A Relatividade - A Relatividade aplicada ao GPS

Segundo a ciência.

A ciência considera que o tempo t, no qual a onda de rádio leva para ir do satélite em movimento até o GPS, com a velocidade da luz, quando medido por um relógio parado na Terra, será diferente do tempo t0 medido por um relógio em um satélite com velocidade v.

A ciência relaciona t com t0 através da fórmula relativística

Quando o satélite estiver parado (v = 0), teremos t = t0, e a distãncia verdadeira entre o satélite e o GPS será D,onde:
D = c x t0.

Quando o satélite estiver em movimento, os físicos medem o tempo t, sentdo então necessário fazer a correção nesse tempo t para encontrar o tempo t0, obtendo a verdadeira distância D = c x t0, entre o satélite e o GPS.

Os físicos interpretam t > t0, considerando que os ponteiros do relógio em movimento, que marca o tempo t0 anda mais devagar do que os ponteiros do relógio parado na Terra, que marca o tempo t.

Segundo Deduções Lógicas

Posição do satélite na hora que a onda de rádio chega ao GPS.

Satélite em movimento com velocidade v

Satélite parado com v = 0

Deduções Lógicas propõe fazer essa correção, usando a mesma fórmula, mas com interpretações diferentes:

O tempo é absoluto;

A formula do tempo  foi deduzida a partir de um triângulo retângulo e só poderá ser usada para resolver esse tipo de triângulo;

-A luz possui certas propriedades, como o Efeito Mariana e o Efeito Camila, ainda desconhecidas pela ciência, através das quais é possível considerar que a direção do satélite seja perpendicular ao segmento que liga o mesmo ao GPS, no exato momento em que a partícula mediadora da onda de rádio(partícula hertziana) alcança esse GPS. A "onda" de rádio seria emitida quando o satélite ocupasse a posição A".

Durante o tempo t:

- O satélite percorre a trajetória A'Ade comprimento E, onde E= v x t;

A "onda" de rádio vai da posição A' até o GPS, percorrendo a trajetória de comprimento L, onde:
L = cx t .

Agora se considerarmos que o satélite esteja parado na posição A, a "onda" de rádio iria do satélite ao GPS em um tempo t0, percorrendo a trajetória de comprimento D, onde D = c x t0, sendo D a verdadeira distância entre o satélite e o GPS no momento que a "onda" de rádio chega ao mesmo.

Exemplo de aplicação usando o GPS

Satélite na posição Acom velocidades  v e 2v

Com velocidade v:

E' = v x t';

L' = c x t'.

A onde de rádio partiu do satélite quando este ocupava a posição A' , chegando ao GPS fazendo um angulo α com o eixo GPS-satélite.

Com velocidade 2v:

E'' = v x t'';

L'' = c x t''.

A onda de rádio partiu do satélite quando este ocupava a posição A'', chegando ao GPS fazendo um angulo α' como eixo GPS-satélite.

Distancia real entre o ponto A e o GPS.

sendo: D = c x t onde t0 ;

Observamos que existe um fóton distinto para cada valor de v.

- O fóton emitido da posição A é aquele cuja direção é perpendicular à direção do movimento do satélite.

- O fóton emitido de A'é aquele cuja direção faz um angulo αcom o eixo paralelo à direção AB,
enquanto que aquele emitido da posição A'' fazum ângulo α'' com o eixo também paralelo à direção AB.

Essa é uma das propriedades que se aplica nas resoluções dos triângulos retângulos virtuais: "existe um fóton distinto para cada valor de v".

GPS sintonizado ao mesmo tempo com quatro satélites.
Para cada satélite teremos um triângulo retângulo virtual com hipotenusa L1, L2, L3 e L4

O funcionamento real do GPS

O observador no referencial do GPS conhece a velocidade v do satélite de acordo com a sua verdade; portanto conhece a influência dessa velocidade v sobre os fótons emitidos pelo satélite, conforme o que postulei, ou seja, " as leis da física são as mesmas para os observadores em qualquer referencial, mas devem ser aplicadas de acordo com a verdade de cada um". Sendo assim, teremos o triângulo verdadeiro BAA1, conforme as figuras abaixo:


Satélite com velocidade v # 0

Satélite com velocidade v = 0, ou seja, parado em A.

Temos:

B = posição verdadeira do GPS;

A = posição verdadeiro do satélite quando o fóton chega no GPS, para o observador em B, independente da velocidade v do satélite;

A1 = posição do satélite quanto o fóton foi emitido dele;

t = tempo real para o observador em B:

         - que o fóton emitido na direção AB, vai da posição A até B, percorrendo a trajetória de comprimento D, com velocidade c, quando v = 0, onde D = c x t;

         - que o mesmo fóton emitido na mesma direção paralela a AB, que faz um mesmo ângulo α com a direção A1B, sofre a influência da velocidade v do satélite, modificando a sua velocidade de emissão de c para c2, indo da posição A1 até B, percorrendo a trajetória de comprimento L1 com velocidade c1, onde L1 = c1 x t . Ao chegar em B, esse fóton da à impressão de estar vindo da posição A com velocidade c;

        - que o satélite vai da posição A1 de onde o fóton foi emitido até a posição A, percorrendo a trajetória E1 com velocidade v, onde E1 = v x t.

Observação:

Quando mencionamos o fóton como a partícula mediadora das ondas eletromagnéticas de rádio, devemos lembrar que este fóton é diferente da partícula fóton, mediadora da luz, apesar de ser emitida e sofrer os mesmos efeitos do fóton da luz. Como ainda não demos nome a essa partícula, usamos o
termo "fóton" com faz a ciência para designar a partícula mediadora de todas as ondas eletromagnéticas.

Caro leitor, acabamos de descrever os triângulos virtual e verdadeiro quando abordamos a velocidade do fóton emitido por uma fonte parada e com velocidade v.

Na resolução desses dois triângulos, precisamos prestar bastante atenção nas sutilezas do funcionamento da luz. Na realidade, o tempo t não varia com a velocidade v da fonte como é considerado na Relatividade; o que varia com a velocidade da fonte é a velocidade dos fótons. No entanto, quando aplicamos a Relatividade, conforme vimos no triângulo retângulo virtual, o tempo varia de t0 a t, já que o fóton percorre trajetórias de comprimentos diferentes com a mesma velocidade c.

No triangulo verdadeiro, mantivemos o tempo invariável e variamos a velocidade da luz. Esse tempo pode ser medido tanto pelo relógio parado junto ao satélite quanto pelo relógio em movimento no satélite. 

No triângulo retângulo virtual, o tempo também é medido da mesma maneira pelos dois relógios. As trajetórias L e D percorridas pelo fóton, que são respectivamente a hipotenusa e um dos catetos do triângulo nos mostram que
 L > D, dai concluímos que t > t0 porque t é medido pelo relógio do observador parado junto ao GPS e t0 é medido de uma maneira mais lenta pelo relógio em movimento no satélite, portanto, a ciência nos engana quando afirma que mede o tempo diferentemente em relógios diferentes a fim de poder justificar o absurdo da dilatação do tempo. Na verdade, o que ela faz é medir o tempo que o fóton demora para ir do satélite até o GPS, e quanto maior a velocidade v do satélite, maior é a diferença entre t e t0, pela razão já explicada acima, e não porque os tempos nos relógios andam de forma distinta.

Nesse momento, intervém o Dr. Cláudio:

        Vejam vocês, na teoria de Geraldo Cacique, ele explica que todas as partículas se comportam como ondas eletromagnéticas, sendo que cada onda eletromagnética está associada a uma partícula distinta.

       ele também explica que toda a matéria é constituída de partículas elementares, a partir da materialização de dois quanta de energia emergentes do Big Bang, que ao combinarem com outros quanta, formam diferentes níveis de materialização, até chegarem no nível dos elétrons, que ao combinarem com partículas mais complexas, que são os prótons e nêutrons, formam os átomos.

      Os elétrons desses átomos, ao serem excitados de diversas maneiras, perdem partes de seus componentes, que continuam orbitando em torno dos núcleos dos átomos, buscando por um novo estado de equilíbrio ao acelerar e aproximar do núcleo. Esse novo equilíbrio ocorre quando a força elétrica atrativa iguala com a força centrífuga que surge devido as suas velocidades orbitais. No entanto, quando tais partículas alcançam a velocidade da luz antes de atingirem o equilíbrio, elas são ejetadas pela tangente com essa velocidade, conforme explicaremos ao tratar da Gravidade Lógica em um próximo volume.

      Essas partículas emitidas pelos elétrons podem representar:

     1º - a energia luminosa quando são fótons;

     2º - as ondas de rádio quando se comportam como vamos denominar de partículas hertzianas em homenagem a Hertz, por ter sido o primeiro físico a produzir ondas de rádio;

    3º - Outras partículas associadas a outros tipos de radiação, como por exemplo:

         - raio ultravioleta;

         - raio gamma;

         - etc.....

     Assim podemos concluir que todas essas partículas possuem a propriedade de funcionar como ondas eletromagnéticas, de maneira análoga ao que ja foi descrito para os fótons, ou seja, apresentando as mesmas propriedades dos fótons.

     agora podemos também aplicar a Relatividade nas ondas de rádio, através de suas partículas hertzianas, como ainda podemos aplicá-la na Gravidade, através de suas partículas mediadoras que já foram denominadas de energétrons.

4 comments for "A Relatividade - A Relatividade aplicada ao GPS".

A relatividade e o GPS enviado por Maurício (não verificado(a))
Re- posição do satélite enviado por Geraldo
Tempo enviado por Visitante
posição do satélite enviado por Visitante

Comentarios

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