A RELATIVIDADE DO TEMPO
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A fórmula da relatividade do tempo
foi deduzida de um triangulo retângulo.
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Este triângulo retângulo ABB’ é constituído pelas trajetórias de dois fotos emitidos pela fonte da luz A, com velocidade c, no mesmo instante, e pela trajetória BB' do receptor B, com a velocidade v.
Os lados deste triangulo, são:
- o cateto D = c x to, trajetória de um fóton, com a velocidade c em um tempo to, entre a fonte de luz A e o receptor B se estiverem parados no mesmo referencial;
- a hipotenusa L = c x t, trajetória de um fóton com velocidade c em um tempo t, entre A e B na posição B’;
- pelo cateto E = v x t trajetória do receptor B com velocidade v em um tempo t, entre as posições B e B’.
Resolvendo este triangulo, a relatividade restrita , usando dois relógios, um parado e o outro em movimento com velocidade v, e a relatividade lógica , com um relógio, chegaram à mesma formula do tempo:
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Nesta fórmula, t > to.
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Enquanto a relatividade restrita explica que isto a acontece porque os ponteiros do relógio parado andam mais rápido do que os do relógio em movimento, criando a dilataçao do tempo, a relatividade lógica interpreta que t > to, porque a trajetoria do fóton, quando a fonte e o recepor estão parados no mesmo referencial(AB) é menor que a trajetoria do fóton, quando existe um velocidade relativa v entre eles(AB').
Com isso concluímos que não existe a dilatação do tempo.
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| A matemática da fórmula, |
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, é certa. |
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O erro existente está na interpretação dada pela relatividade restrita, quando os físicos explicam a relação entre os tempos t e to (os ponteiros do relógio parado andam mais rápidos do que os do relógio em movimento), o que acabou criando o absurdo da dilatação do tempo.
Em todos os experimentos feitos para explicar a veracidade da relatividade, o que fizeram foi testar a sua matemática, como ela esta certa, não acharam erros e nunca acharão.
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NOVA FORMULA DA RELATIVIDADE DO TEMPO
Ao descobrir que a força de gravidade pode ser expressa em função do tempo que um energétron vai de um corpo ao outro, cheguei à seguinte fórmula para a força de gravidade:
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sendo: |
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Onde: |
t = tempo que um energétron leva para ir de corpo à outro. |
| Esta maneira de raciocinar sobre a relatividade me permitiu desenvolver a teoria da Relatividade da Gravidade, que afirma :
" É a relação entre a força de gravidade Fv, entre dois corpos, quando existe uma velocidade relativa v entre eles, com a força de gravidade Fo, quando eles estão parados no mesmo referencial, ou seja, quando v=0."
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| Esta teoria é expressa pela fórmula: |
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| sendo Fv = Fg, onde: |
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e |
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| Relacionando estas forças de gravidade Fv, Fg e Fo com a fórmula da relatividade do tempo |
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,estas fórmulas não são compatíveis. |
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Se v → c, t → infinito, na fórmula do tempo e Fv → infinito, na fórmula da relatividade da gravidade
Se t → infinito, Fg → 0, na fórmula da gravidade
Assim, se v → c, a força de gravidade Fg → 0, e a força de gravidade Fv → infinito, o que não é compatível.
A solução foi deduzir uma nova fórmula para a relatividade do tempo.
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Usando o mesmo triangulo retângula quando deduzimos
<!--[if gte vml 1]> <![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]-->
Trocando o t por to e vice versa, teremos a figura:
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Resolvendo, este triangulo retângulo chegaremos à uma nova fórmula para a relatividade do tempo:

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| que é compatível com |
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e |
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Se v → c, t → 0, na nova fórmula para a relatividade do tempo e Fv → infinito, na fórmula da relatividade da gravidade
Se t → 0, Fg → infinito, tornando compatíveis as forças de gravidade Fg = Fv = infinito.
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| Se os físicos atuais interpretasse esta fórmula |
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eles a interpretariam como interpretam a primeira fórmula do tempo, to > t, porque os ponteiros do relógio parado andam mais devar do que o relógio em movimento, criando a contraçao do tempo, o que não é coerete com a interpretaçao da
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| fórmula do tempo |
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onde |
t > to
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Então, eles teriam de chegar a seguinte conclusão:
Não existe nem a dilataçao nem a contraçao do tempo.
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