Paradoxo da massa do fóton
A ciência afirma que o fóton é um quantum de energia luminosa e, ao mesmo tempo que a energia E=mc2. A partir disso, concluímos que o fóton tem massa, já que tem energia. Porém, a relatividade afirma que a massa cresce com a velocidade e que não é possível qualquer objeto material, de massa de repouso não nula, atingir a velocidade da luz e nem mesmo poder ultrapassá-la. Portanto, de acordo com a relatividade, a massa inercial aumenta da seguinte maneira:
(1)
Então, quando v = c, pela fórmula acima, temos que m = 8 (infinito!).Agora, no caso do fóton, que já está na velocidade da luz (v=c), de acordo com a fórmula 1 acima, "m" seria infinita se tivéssemos a massa de repouso m0 ¹ 0; no entanto, a física relativística impõe a condição m0= 0 (sem massa) para o fóton, de tal sorte que m (energia) do fóton fique finita. Esse argumento da relatividade é na verdade um subterfúgio de natureza puramente matemática. Podemos demonstrar tal subterfúgio através de Deduções Lógicas, mediante a detecção de um paradoxo lógico que surge na luz, contradizendo a interpretação dada pela formula 1 para explicarmos a massa do fóton.
Para demonstrarmos a inconsistência lógica na interpretação da massa do fóton, lançaremos mão da seguinte experiência idealizada como uma hipótese: -"Imagine que você esteja no referencial de um fóton num raio de luz, formado de n fótons, carregando uma energia total E=nh n, equivalente à energia do raio de luz considerado. Cada fóton carrega consigo também um momento (quantidade de movimento) p = mc; portanto, a luz carrega uma energia que é proporcional ao momento total. No entanto, se você está no referencial desses fótons, como você está viajando na mesma velocidade dos mesmos, espera-se que os outros fótons estejam sempre parados em relação a você. Ora, assim sendo, o momento relativo entre você e os demais fótons seria prelativo= m0vR = m0(c-c) = 0. Logo, conforme ciência prediz, a luz deixaria de existir para você se m0=0, e ao mesmo tempo, ela existiria para o outro observador externo. De fato, esse é um paradoxo lógico criado pela relatividade, o que contraria as conclusões da teoria eletromagnética da ciência,que afirma que a luz carrega sempre energia e momento, possuindo sempre massa pela equação E=mc2. Portanto, devemos repensar sobre a idéia errônea da relatividade acerca da massa nula do fóton. Conclusão lógica: O fóton apresenta massa para qualquer referencial. Essa é a única maneira de eliminar o paradoxo.
Você nunca poderia estar no
Você nunca poderia estar no mesmo referencial do foton uma vez que você tem massa !!
Você nunca poderia estar no
Nas teoras de Deduções Lógicas o fóton tem massa.Se estou propondo uma reforma na física, só posso ser julgado dentro da coerencia do que estou propondo e não pela ciencia que estou modificando.
Veja como Deduções Lógicas calcula a massa do fóton
Geraldo gostaria de dizer
Geraldo gostaria de dizer que respeito profundamente suas idéias, e que gostei muito do seu artigo. Meus questionamentos são apenas para enriquecer o meu entendimento do seu ponto de vista, e não para contradizê-lo.
Em primeiro lugar, as formulas matemáticas servem a principio apenas para comprovar alguma teoria, porém na minha fase de entendimento deste complexo assunto o mais importante é a lógica, a bem da verdade se o fóton possui ou não massa em repouso é apenas um detalhe, o importante realmente é saber o que um fotón é, ou ainda quantas coisas ele pode ser ao mesmo tempo ou tempos diferentes.
Desta forma gostaria que você me respondesse:
Na sua opinião o fóton possui massa, desta forma sempre que um elétron recebe energia e emite um fóton este mesmo elétron perde massa?
Se estivéssemos no mesmo referencial de um fóton (na velocidade da luz) os observadores externos nos veriam como um feixe luz?
A nossa massa na velocidade da luz tenderia ao infinito, ou/e a energia para necessária para nos mover na velocidade da luz seria uma energia infinitamente grande?
Ass. Xinello
(sou o mesmo do post anterior)
Gostaria de dizer
Caro Xinello,
Você não entenderá o que falo nas teorias de Deduções Lógicas se raciocinar com os conceitos da física atual. DL usa novos conceitos para a física aravés de raciocínios lógicos.
Portanto, precisará conhecer estes novos conceitos antes de chegar qualquer conclusão. Como exemplo estude o que escrevo sobre o funcionamento da força centrifuga, que esta no nosso site, para entender como esta força atua nos vários exemplos dados no site.
Suas respostas:
- o fóton só é a partícula que transmite a energia luminosa;
- o fóton possui massa e um elétron perde massa toda vez que emite fótons;
- os observadores em DL é o produto da nossa imaginação, por tanto nós, realmente, não enxergamos nenhum um fóton como também, não enxergaremos uma pessoa no referencial de um fóton;
- nenhuma massa tende para o infinito com a velocidade da luz, a força de coesão entre as partículas subatômicas de um corpo é que cresce até o infinito quando tentamos acelerá-lo até a esta velocidade como acontece nos aceleradores de partículas. Existem no universo velocidades de galáxias superiores à velocidade da luz.
Mas, estas velocidades foram adquiridas pelos quantum energia emergidos do big bang antes deles se materializarem, quando apareceu a força forte, responsável pela coesão entre os quantum de energia e entre as partículas primarias na formações de outras partículas de níveis superiores até alcançarem o nível atômico.
Todas essa explicações estão em vários pontos do nosso site.
Gostei muito de ambos os
Gostei muito de ambos os comentários e todas as questões até então discutidas eu já havia lido ou presenciado. Somente uma das afirmações foi a primeira vez que li, e confesso que fiquei meio confuso. Então gostaria que me explicasse melhor:
"Existem no universo velocidades de galáxias superiores à velocidade da luz."
Qual o conceito dessas velocidades? Até então ouvi dizer que a velocidade máxima que pode ser adquiria é a da luz, então qual seria essa outra velocidade?
Obrigado.