O Eixo Bruna

A excentricidade da órbita de um planeta do sistema solar.

   
     Na figura, temos a órbita elíptica de um planeta do sistema solar e o eixo b (Bruna) de expansão no universo da nossa estrela o sol,que passa pelo foco do periélio F1 da órbita. Temos, também  o triângulo retângulo
AAnBn, composto pelos lados:

   - ABn, projeção ortogonal do sol que passa pelo ponto Bn, foco do afélio da órbita;

   - BnAn, de comprimento D, distância entre os focos do afélio e do periélio;

   - AAn, segmento do eixo de expansão no universo do sol. 

     Nesse triângulo, se considerássemos o lado AAn fixo e se aumentássemos o ângulo Â, então,  à distância D entre Bn ,foco do afélio,e An foco do periélio, teria que diminuir,  para que esse triângulo continuasse a ser retângulo. 

     Conseqüentemente, a excentricidade (e) da elipse também seria reduzida, já que numa elipse:
     
        
e = D / 2 =  excentricidade da elipse;

         D = distância focal;

         a = semi-eixo maior da elipse.           

   Se o ângulo  Â = 90º,  a projeção do Sol sobre o eixo maior da elipse, que define a localização da posição Bn, coincidi com An, que é o foco do periélio. Então, vem que: D = 0.  Nesse caso, a órbita do planeta não seria elíptica, mas sim, circular.  

     Os planetas que compõem o sistema solar acompanham o deslocamento do sol devido a sua velocidade de expansão no universo. Ao mesmo tempo, descrevem órbitas elípticas em torno dele.

     Um observador no referencial do sistema solar não tem como conhecer a sua velocidade de expansão b no Universo, considerando-se parado, vendo todos os planetas descrevendo órbitas em planos bem definidos, cuja direção do afélio dessas órbitas elípticas fazem um ângulo    com o Eixo Bruna.

     Como conhecemos a direção de cada um desses afélios em relação a um sistema de coordenadas, como, por exemplo, o sistema de coordenadas eclípticas. Podemos comprovar através destas direções que a nossa teoria está correta.

     Para tanto, simulamos em uma planilha computadorizada, o cálculo de todos os ângulos 

 das órbitas dos planetas com um determinado eixo. Variando este eixo, em todas as direções possíveis, para verificar a existência de um eixo no Universo que atenda as condições preconizadas na minha teoria, ou seja, um eixo que faz com cada afélio das órbitas dos planetas um ângulo   < 90º.

    Usamos o sistema XYZ de coordenadas eclípticas, onde as coordenadas XY estão no plano da eclíptica e a coordenada X está na direção do ponto Nodal. 

 

Rotação do eixo maior da elipse em torno do seu centro O.

                                         

   Â = 90º: O foco do afélio coincide com o foco do periélio e a elipse se transforma numa órbita circular.

   Â < 90º: O foco do afélio fica localizado à esquerda do centro da elipse.

   Â > 90º: O foco do afélio muda do lado esquerdo para o lado direito do centro da elipse, fazendo com que o
ângulo  1, foco do afélio, entre a direção do semi-eixo maior com o Eixo Bruna, permaneça menor que
90º.

   Concluímos, que na órbita de qualquer planeta do sistema solar, o ângulo Â, que a direção que o afélio faz com o eixo Bruna é sempre menor que 90º.  Se este ângulo fosse  Â = 90º,  a órbita deste planeta seria circular. 

Cálculo do Eixo Bruna

    
    
Uma nova proposta científica passa a gerar credibilidade, a partir do momento em que suas previsões são confirmadas pelas experiências e pelas observações.

ângulo α = ângulo do eixo Bruna com o eixo Z;   

 ângulo β = ângulo que
a projeção do Eixo Bruna no plano
XY faz com o eixo X;

 ângulo   = ângulo que o eixo Bruna faz com o eixo do afélio  do planeta.

 

    Montamos uma planilha computadorizada com os dados das direções dos periélios dos oito planetas nos sistemas XYZ e variamos a direção do Eixo Bruna, variando os ângulos  α e β.

     Para cada posição do Eixo Bruna, calculamos o ângulo  para cada planeta, e, por tentativas, procuramos a posição do Eixo Bruna onde o ângulo   fosse o previsto por Deduções Lógicas.

     Encontramos para o valor de Â,  Â < 90 º  para todos os planetas.

     Variando α e β. de 0 º  à  360º,  por tentativa, chegamos à conclusão de que existe no espaço um ponto que atende às condições impostas por Deduções Lógicas para a existência do Eixo Bruna, onde: 

   α = 3,6 º ;  
   β = 275,35 º.

Cálculo da direção do Eixo Bruna

   Para calcularmos a direção do Eixo Bruna, usamos o sistema de coordenadas eclípticas, onde as coordenadas XY estão no plano da eclíptica e a coordenada X está na direção do ponto Nodal.

    Lançamos neste sistema os dados, fornecidos à Deduções Lógicas pelo Professor Astrofísico da UFMG, Dr. Rodrigo Dias Tarsia, que nos possibilitou lançar a direção do eixo maior da elipse, das órbitas de todos os planetas do sistema solar.

    Os dados fornecidos são os apresentados na tabela a seguir:

Fonte :
Os dados foram fornecidos a Deduções Lógicas pelo professor Astrofísico da UFMG, Dr. Rodrigo Dias Tarsia.

  Em seguida, montamos uma planilha computadorizada onde calculamos os ângulos  formados por um determinado eixo, que denominamos de Eixo Bruna, com os afélios das órbitas de todos os planetas.

      Variamos a posição do Eixo Bruna através dos ângulos α e β, em todas as posições possíveis.

     Para cada posição do Eixo Bruna calculamos o ângulo  que esse eixo faz com os afélios de cada planeta.

    Os resultados são os apresentados na planilha abaixo, que pode ser baixada para teste e análise pelo link no final deste trabalho.

 

 

Os dados dessa planilha nos dão as seguintes coordenadas para o Eixo Bruna.

Sistema

Longitude

Latitude

No sistema de coordenadas Eclípticas

275º21’ ±18’

86º4’ ± 1’48"

No sistema de coordenadas Galácticas

92º15’36" ± 18’

29º24’36" ± 1’48"

No sistema de coordenadas Equatoriais

270º43’48" ± 18’

62º58’12" ± 1’48"

Conclusão

 
   Concluímos pela existência do Eixo Bruna, que tem uma direção que faz com o afélio de todos os planetas, um ângulo menor que 90º.

     Determinamos a posição da direção da velocidade de expansão no universo, da nossa galáxia, a Via Láctea, conforme tabela acima, direção essa desconhecida até o momento pela física atual.

O professor da UFMG, o Astrofísico Dr. Rodrigo Dias Tarsia e as teorias de Deduções Lógicas.


   Agradeço, aqui, a colaboração que o professor Rodrigo, que me prestou quando me deu assessoria sobre física, na época em que comecei à escrever as minhas teorias sobre essa matéria. Sem essa ajuda, talvez eu tivesse que fazer um curso de física para poder escrever sobre ela.

   Por outro lado, mostrou a dificuldade que eu teria para convencê-lo ou a qualquer outro físico, sobre a credibilidade das minhas idéias. Mesmo quando eu lhe mostrava o óbvio, ele não aceitava. Dava sempre uma desculpa. Foi assim:
     
      -    quando em minha casa, lhe mostrei as planilhas que simulavam a dinâmica do universo verdadeiro e do universo visível.
Ele insinuou que eu teria manipulado a matemática delas para chegar aos resultados que me interessavam. Ele não aceitava os resultados das simulações, porque nelas, eu considero que os fótons sofrem a influência da velocidade da fonte.

      -   quando o convidei para almoçarmos em um restaurante na Savassi, e propus fazermos uma experiência imaginando um passarinho voando, sendo atingido por um raio de luz, ele simplesmente disse que essa experiência não podia ser feita. Ele sabia que chegaríamos ao mesmo resultado fornecido pela fórmula do tempo de Einstein, usando um só relógio e não dois relógios como Einstein. Isto provaria a não existência da dilatação do tempo.

      -    quando levei o Maurício, meu filho, à sua casa, para explicar a matemática da planilha que calculava as coordenadas do Eixo Bruna, que determinam a direção da velocidade de expansão no universo, da nossa galáxia, apesar de usar dados, fornecidos por ele, dos periélios dos planetas. ele não achar erros matemáticos nos cálculos do Maurício, simplesmente afirmou que não existe aquele eixo, porque a órbita dos planetas, calculadas com os dados fornecidos por ele, não eram perfeitas, pois tinham a influência dos outros planetas, fazendo com que elas ficassem tremulas, portanto não existiria o Eixo Bruna. Não adiantava argumentar que não foi usado, no cálculo, às órbitas dos planetas, mas apenas as direções dos afélios destas órbitas.

      Ele não aceitou, nas três oportunidades citadas acima, que eu estava certo, porque se estivesse certo, a relatividade estaria errada. E, como ficariam, no seu raciocínio, as tantas provas irrefutáveis do acerto da relatividade?

     Então, é mais fácil para ele ou para qualquer outro físico, aceitar que o Einstein está certo e que eu estou errado.

    A planilha de cálculo (Planilha - Dinâmica do Universo Verdadeiro) que comprova a veracidade de nossa teoria pode ser acessada e baixada através do link a seguir:  Planilha - Eixo Bruna.xls     

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Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".

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INEC
Instituto Nacional de Engenharia Civil.

IMEC
Instituto Mineiro de Engenharia Civil.
cursos@imec.org.br
SINGEO
Sindicato dos Geólogos.
singeomg@singeomg.org.br.
ABENC
Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG.
SMEA
Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos.

Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :

Declarações:

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PROLEGÔMENOS

“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.

Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.

Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.

Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.

Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:

“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez

Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa

Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br

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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.

Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com

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Caríssimo Cacique, saudações.

Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.

Parabéns por esta deliciosa loucura.

Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br

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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.

Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.

Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.

Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br

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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br

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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.

A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.

Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.

- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com

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