Conceitos sobre o Universo

   
   Usando de raciocínios simples,  fundamentados no pensamento lógico, através dos quais, os nossos descendentes  ao alcançarem a faixa de doze - quatorze anos, possam compreender e se entusiasmar com a simplicidade e a beleza das leis que regem o funcionamento da natureza e se iniciarem nos princípios básicos da física, através das teorias de Deduções Lógicas, com conhecimentos que, hoje, são mistérios para a Ciência.

 

O Criador

 
     A primeira dedução lógica que podemos fazer sobre o Universo é a existência de um Criador.

    As leis que governam a Natureza são tão simples e lógicas que  tornan impossível que a existência de tudo, no Universo, seja obra do acaso. Portanto, deve haver uma inteligência suprema que, de alguma maneira,  projetou e executou esse maravilhoso empreendimento, que é o Universo.

     Em todas as deduções lógicas que faremos aqui, tentaremos torná-las verdadeiras através da busca por consistência, baseada no método científico, que tem como objetivo verificar  a compatibilidade entre as nossas deduções logicas e os dados observacionais verdadeiros fornecidos pela Ciência. Sendo assim,  a nossa primeira dedução a respeito da existência de um Criador não pode ser considerada legítima com base no método científico, mesmo assim,  podemos aceitá-la por ser fruto do bom senso, portanto, o leitor tem a flexibilidade para acreditar
que o Universo também, possa ser obra do acaso, o que não vai comprometer a aceitação das várias outras deduções que faremos no transcorrer desse site.

          Deduções Lógicas forma um elo de conceitos e idéias simples e lógicas, não tendo a pretensão de mergulhar nesses mistérios metafísicos que transcendem a criação,  apenas tentar compreender a arquitetura do Universo, cuja história foi e continua sendo mal interpretada até os dias atuais.

     Tudo começou há mais ou menos 13,7 bilhões de anos, que é a idade do Universo, conforme a conclusão mais recente publicada pela NASA, com um erro aproximado de 1%.

     No início, o Criador reuniu em apenas um ponto todo o material necessário à sua grande obra. Esse ponto é denominado de Singularidade Primordial, onde foi colocada toda a energia que constitui o Universo atual. Ao mesmo tempo, foram criadas as leis fundamentais que regulam o funcionamento e a dinâmica dessa energia.

Leis da Natureza

    No transcorrer desse site, veremos que o Criador é um grande Mágico, pois as leis,  por ele feitas,  governam o funcionamento da luz e da gravidade, criando ilusões muito sutis, que têm enganado os sábios da Ciência. Eles são ludibriados por essas ilusões, que por sua vez, são ilusões verdadeiras, já que essas posam como verdades inquestionáveis,  mas, que na realidade, são apenas ilusões que surgem para nos confundir.

     Através de "Deduções Lógicas", procuramos nos desvencilhar dessas armadilhas sutis que nos cercam. A
melhor ferramenta contra tais armadilhas é a Lógica. Assim, usamos a simplicidade lógica a fim de descortinar a dinâmica de funcionamento do Universo. Na verdade, nos baseamos no método científico, sendo que, partimos sempre de situações comprovadas matematicamente e que, além disso, são consistentes com os dados observacionais fornecidos pela ciência, o que garante a veracidade das nossas proposições iniciais, estando de acordo com o próprio método científico. Daí a veracidade de nossas conclusões.

     Outras conclusões que tiramos referentes às questões específicas sobre a natureza da luz e da gravidade são verossímeis, ou seja, têm o potencial de se tornarem verdadeiras quando são comprovadas através da matemática, dos  experimentos ou  das observações. Portanto  são verdades de direito, mas não de fato, necessitando apenas
de algumas comprovações, que, requerem  algum tempo para se realizarem.

     Gostaria de chamar a sua atenção, caro internauta, para o fato de que não é necessário acreditar no que se
afirma nesse site numa primeira instância. O importante é ter um espírito crítico, sem qualquer prevenção contra
o que está sendo ensinado. Para isso, é preciso ter predisposição para ler o que está sendo colocado e mente
aberta com discernimento para poder concluir se é lógico e convincente o que se pretende mostrar.

    Mostraremos que o Universo foi concebido através da dinâmica das galáxias e da dinâmica dos fótons entre elas. Essa afirmação esta baseada em:

        - nas planilhas do Universo Verdadeiro e do Universo Visível;

       - que a velocidade dos fótons sofre a influencia da velocidade de sua fonte;

       - que o raio de luz é arrastado pela sua fonte e cresce com a velocidade da luz c;

       - que o universo verdadeiro, é uma esfera com um raio de 13,7 bilhões de anos luz, com o centro no local
         do big bang, e só pode ser visto por um observador criado pela nossa imaginação com visão instantânea
         situado no referencial absoluto (referencial do big bang);

       - que o universo visível, é o universo verdadeiro visto por um observador em qualquer galáxia,  tendo como
         centro esta galáxia;

         Assim, um observador em qualquer ponto do universo tem o direito de pensar e exclamar.

               Sou o ser mais importante do Universo! Pois, estou no centro dele!

        Esta verdade aparente levou o homem criar Deus semelhante à sua imagem;

       - que um observador em qualquer referencial,  considera que este referencial está sempre parado.

       - que apesar dos fótons possuírem velocidade, eles agem como se fossem transmitidos instantaneamente,
          graças ao efeito Cristina da luz;

      - que quando observamos uma galáxia, ela esta realmente naquele local, onde a vemos..

   Tudo o que foi usado neste modelo de universo é comprovado pelos resultados das planilhas do Universo Verdadeiro e do Universo Visível , cujos resultados conferem com os resultados práticos fornecidos pela
astronomia.

   Salientamos que estes resultados comprovam, também:

       - a existência do big bang;

      - a influencia da velocidade das fontes sobre a velocidade dos seus fótons;

     - que as radiações de fundo são os fótons emitidos pelos átomos, quando o universo era constituído só de
        átomos.

Como a Ciência chegou à existência do Big Bang.

  
    Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble, através de suas observações, descobriu que todas as galáxias se afastavam da Terra com velocidade Va proporcional às suas distâncias. Sendo assim, foi possível deduzir pela Lógica que, se o Universo retroagisse no tempo, com todas as suas galáxias,  até o instante inicial, elas chegariam à Terra,  que é o centro do nosso Universo Visível.  Como a Terra faz parte da galáxia Via Láctea, ela também, retroagiria, trazendo consigo o nosso Universo Visível e todas as galáxias  chegariam ao mesmo tempo num ponto ou singularidade primordial, onde toda a matéria do Universo estaria contida, que seria o centro verdadeiro do Universo.

O Big Bang

   Esse ponto inicial explodiu, espalhando um caldo de energia pura em todas as direções,  dando início ao processo de expansão do Universo. A força dessa explosão inicial durou um certo tempo e, enquanto isso, ela foi a responsável pela aceleração de todas as energias que lá haviam.

  Universo na fase de aceleração

http://www.deducoeslogicas.com/figuras/dinamica_clip_image002.gif Qi = quantum de energia interna

Qe = quantum de energia na superfície
          externa do Big Bang
Ri  =  distância percorrida por Qi
Re =  distância percorrida por Qe
Vi  =  velocidade atingida por Qi
Ve =  velocidade atingida por Qe

   Os quanta Qi e Qe que emergiram do big bang, no instante inicial, percorreram no espaço de tempo Dt com as velocidades Vi e Ve  as distancias Ri e Re que são  proporcionais a estas velocidades. 

   Vi / Ve = Ri / Re.

    Essa proporcionalidade é fundamental para o entendimento da dinâmica do Universo.

    Essa fase inicial do Universo,  quando ele estava num processo de aceleração, pode ser comparada com  a idéia simples de um gás que se expande sob pressão, dentro de uma esfera de raio crescente, representando o próprio Universo em expansão. Onde o centro da esfera é o local do Big Bang.

   Assim, à medida que a esfera (Universo) crescia, a pressão do gás ia diminuindo até desaparecer. A partir desse momento em que a pressão se anulava, terminava a fase de aceleração. Cada partícula desse gás continua se afastando do centro da explosão com sua própria velocidade uniforme, adquirida pelo impulso inicial do Big Bang, pois a força inicial da explosão cessou.

   Dessa forma, o Universo entra numa nova fase. Sendo que cada quantum (grãozinho) de energia dentro da referida esfera adquiriu uma velocidade de expansão no universo V, cujos valores são proporcionais às suas distâncias ao centro da esfera, variando da velocidade da luz c para as mais distantes até a  velocidade zero para aquelas que ficaram paradas no centro da esfera.

   Nessa situação, alem da força de inércia adquirida no big bang, a única força que poderia agir sobre essas partículas seria a força da gravidade, retardando ou desacelerando o movimento dessas partículas. No entanto, como explicaremos mais adiante, não foi isso que aconteceu.

   Você, caro leitor, ainda poderia insistir em perguntar: “O espaço foi criado naquele momento da explosão? Se existe o Criador, então onde ele estava?” As respostas dessas e de muitas outras indagações não têm relevância,
pois nunca saberemos os mistérios insondáveis do Criador. Tais especulações metafísicas não são significativas no nosso contexto.

Níveis de Formação de partículas

http://www.deducoeslogicas.com/figuras/dinamica_clip_image006.gif

http://www.deducoeslogicas.com/figuras/dinamica_clip_image004.gif

   Os quanta de energia fundamental Q foram ejetados da grande explosão na idade do Universo T0 = 0. Cada um desses quantas Q na idade T1, quando terminou a fase de aceleração do Universo, possuíam a sua velocidade de expansão no Universo. Eles se uniram aos pares pela gravidade para materializar a partícula A na idade T2. Duas dessas partículas A se uniram para formar um 2° nível de partículas B em T3, que, por sua vez, foram encontrar
com outra partícula B já formada, gerando a partícula C em T4. E assim por diante, criando partículas em níveis
cada vez mais complexos, passando pelos átomos, pelos gases, até chegar às nebulosas, na idade T5, e depois
nas galáxias no tempo T6.  Essas galáxias continuaram com as suas  velocidades de expansão Ve, adquiridas durante a fase de aceleração.

    Quando as galáxias são formadas a partir das nebulosas, tendo em vista as grandes distâncias que as separam,
a força gravitacional entre elas já não é tão forte o suficiente para fazê-las fundir-se umas às outras. Sendo assim, surgem apenas aglomerados de galáxias ligadas pela gravidade, porém, distantes entre si. Esses aglomerados, por
sua vez, formam os superaglomerados.

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