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Planilha da Dinâmica do nosso Universo Visível
Fig. 105
Nós, na Terra, não temos percepção da velocidade V de expansão do Universo da nossa Galáxia.
O nosso Universo visível é fixo e todas as galáxias afastam-se de nós com velocidade Va, desde o início do Universo, correspondendo ao Big Bang.
Conhecemos:
- a velocidade da luz no vácuo;
[1] c = 300.000 Km/s (ou unidade de velocidade)
- a idade atual do Universo;
[2] T = 13,7 bilhões de anos
- a freqüência e o comprimento de onda de emissão da luz conforme "Deduções Lógicas" (veja: A dualidade do fóton);
[3] f = 5,454545 x 1014 Hz
[4] ? = 5,500000 x 10-7 m
Entramos com a variável:
- o redshift da galáxia P (MUNICS S2F1-0323), que vamos estudar;
[5] Z = 0,96000
Calculamos:
- a velocidade de afastamento entre a galáxia P e a Terra;
à [6]
,
sendo,
z =
- a distância que a galáxia P está da Terra. As galáxias afastam-se da Terra com suas velocidades Va. Embora no instante inicial da criação não existisse galáxias, já havia o caldo primordial para gerá-las, cujo os correspondentes pontos afastavam-se desde o inicio com suas velocidades Va;
à [7] x =
x T
- o tempo que o fóton emitido pela galáxia P gasta para chegar na Terra, visto pelo observador em P, de onde foi emitido com velocidade c;
à [8]
.
- a velocidade de chegada do fóton na Terra, vista pelo observador nela;
à [9]
,
de acordo com o principio newtoniano de composição da velocidade, (veja: Relatividade Lógica)
- a distância entre a galáxia P e a Terra na época da emissão dos fótons no ponto P1;
à [10] x1 = c1 x T2
- a distância que a galáxia P percorreu de P1 até P com a velocidade Va;
à [11] x2 = Va x T2
Lembramos que no tempo T2:
* a galáxia P vai de P1 até P com a velocidade Va;
* o fóton percorre a distância x com velocidade c para o observador na Terra.
- a idade do Universo na ocasião de emissão dos fótons
à [12] T1 = T - T2 ;
- a freqüência de chegada da luz na Terra:
à [13]
.
- O raio do universo visível:
à [14] R = c x T bilhões de anos luz
Provas da consistência interna da planilha ( maneiras alternativas de cálculo)
- [15] à x1 = Va X T1 [15] = [10]
- [16] à
[16] = [13]
É surpreendente que o resultado acima [16] tenha o mesmo valor do resultado [13] da fórmula do efeito Doppler relativístico; no entanto, "Deduções Lógicas" interpreta a diminuição de freqüência ( f< f ) como conseqüência direta da velocidade c1 ser menor que c devido ao afastamento Va (c1<v).
Demonstração:
*
, [13]
sendo
, que é a freqüência de emissão de luz [3].
E a ciência chega a esse mesmo resultado [13] por um caminho muito mais laborioso, fazendo c constante ao invés de ?, e aumentando o comprimento de onda de luz! Agora, você já pode decidir se fica com o argumento de simplicidade lógica ( c1 = c - Va ) ou com aquele utilizado pela Ciência ( c = constante; ?1 > ? ).
Duas provas de veracidade da planilha
1) Constante de Hubble
Essa será a primeira prova cabal de que o universo funciona conforme a nossa planilha.
Conhecendo-se a distância x [7] entre a galáxia P e a Terra, e também a velocidade de afastamento Va [6], torna-se possível calcularmos o valor da constante de Hubble Ho
à [17]
- É realmente admirável que sejamos capazes de reproduzir com a nossa planilha o mesmo valor da constante de Hubble obtida pelas observações astronômicas. De fato, isso nos dá a total garantia da veracidade do nosso modelo para o universo, comprovando também a existência do Big Bang.
- E o mais admirável ainda é que, para qualquer galáxia escolhida na simulação pela planilha, o valor da constante de Hubble é sempre o mesmo, o que reforça ainda mais a veracidade de "Deduções Lógicas" pela planilha.
2) Radiação de fundo
Se simularmos na planilha uma galáxia qualquer com a velocidade de afastamento muito próxima a da luz Va = 0,999978c, a planilha nos fornecerá os seguintes resultados:
T1 = 303 mil anos (idade do universo na emissão dos fótons)
f' = 1,12 x 1010 Hz (freqüência de chegada destes fótons até nós)
A freqüência de chegada que acabamos de obter está exatamente na faixa de micro-ondas.
Como se pode observar, esta freqüência de micro-ondas, por ter sido emitida justamente quando o universo primordial tinha aproximadamente 300 mil anos, concluímos que se trata da própria radiação de fundo observada pelos astrônomos. Além do mais, nós estaríamos vendo essa galáxia quando ela era ainda embrionária (átomos). Veja: Radiação de fundo.
Faça o download da planilha que comprova a veracidade da nossa teoria
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