2 - A dinâmica entre duas galáxias P e L e o fóton entre elas

2 - A dinâmica entre duas galáxias P e L e o fóton entre elas

Para observador no referencial absoluto

 


Ele conhece as velocidades:
Vp= de expansão do Universo da galáxia P;
Vt = de expansão da galáxia L no Universo; e o ângulo Ô entre essas velocidades.
T = idade atual do Universo 13,7 bilhões de anos.
T1 = idade do Universo, quando foram emitidos os fótons que chegam hoje à Terra.
T2 = tempo decorrido entre a idade T e T1.
Ele verá, na idade T1 do Universo, que, dos fótons emitidos pela galáxia P, na posição P1 de sua trajetória, um deles foi emitido na direção da galáxia L, que ocupava naquele momento a posição L1 de sua trajetória.
Esse fóton sofre a influência da velocidade Vp, modificando a sua velocidade de c para c2 e também a sua trajetória de P1L1 para P1L. Esta é a trajetória verdadeira do fóton, que só é vista por esse observador no espaço absoluto.
Em um tempo T2 ele verá:
– a galáxia P ir de P1 até P com velocidade Vp;
– a galáxia L ir de L1 até L com velocidade Vt;
– o fóton ir de P1 até L com velocidade c2, descrevendo a sua trajetória verdadeira, que só pode ser vista pelo observador no espaço absoluto;
– uma galáxia afastar-se da outra com velocidade uniforme de afastamento Va.
O fóton estará chegando, hoje, ao seu destino na galáxia P, sendo que, devido à velocidade Vt desta e ao Efeito de Aberração, terá a sua velocidade modificada de c2 para c1 como se estivesse percorrido a trajetória P1L1 com a velocidade c1 = c – Va.

Para o observador no referencial da galáxia P, emissora dos fótons

 

Esse observador pensa
que está parado no referencial
da galáxia P. Ele vê a galáxia L afastando-
se dele com velocidade Va. Ele também observa
o fóton emitido no seu referencial alcançar
a galáxia L hoje, tendo percorrido a trajetória PL
com velocidade c. Essa trajetória PL é verdadeira
para tal observador, sendo virtual para o observador no referencial do espaço absoluto.

 

 

 

 

 

 

Para o observador no referencial da galáxia L, receptora dos fótons

 

Esse observador, que pensa estar parado, vê a galáxia P afastar-se dele com a velocidade Va e emitir o fóton em sua direção na idade T1 do Universo, na
posição P1. Esse fóton se aproxima dele com velocidade c1 = c – Va, chegando hoje até o mesmo. A Ciência, quando mede a frequência da luz das galáxias que chega até nós, está medindo a velocidade de chegada desses fótons pela fórmula v = λ x f’, sendo f’ a frequência e λ o comprimento de onda. Como a Ciência faz a priori a velocidade da luz v constante igual
a c, ela usa a fórmula c = λ x f,  modificando erroneamente o valor de λ (comprimento de onda). Uma galáxia (estrela) emite luz sempre da mesma
maneira:
– com a mesma velocidade c;
– com a mesma frequência f = 5,976096 x 1014 Hz;
– com o mesmo comprimento de onda λ = 5,02 10-7m.
Isso tudo acontece independentemente da distância entre a Terra e a galáxia, da qual é medida a freqüência da luz.

 

 

 

O raio de luz entre duas galáxias P e L

Para o observador no referencial do espaço absoluto


Os fótons emitidos pela galáxia P, durante a sua trajetória P1P, estarão sempre entre as galáxias P e L, formando um raio de luz que liga a galáxia P à galáxia L. O observador verá que esse raio tem dois movimentos, a saber:
– o movimento Vp de sua fonte, como se o raio fosse arrastado pela galáxia P;
– a evolução do seu tamanho, que aumenta na velocidade da luz c, estando sempre entre as duas galáxias.
Nenhum fóton percorre a trajetória PL; o comprimento da mesma pode ser calculado como se um fóton virtual a percorresse em um tempo t2 com velocidade c.

 

Para o observador no referencial da galáxia P


 

 

 

 

Esse observador, que pensa estar parado, verá o raio de luz com velocidade c, num espaço de tempo t2, alcançar a galáxia L na posição L, que se afasta dele com velocidade Va.

 

 

 

 

 

Para o observador no referencial da galáxia L


 

 

Esse observador verá o raio de Luz se aproximar com velocidade     c1 = c - Va a partir do ponto P1, de onde foi emitido num tempo T2, estando com velocidade c1 = c – Va, enquanto a galáxia P, afasta-se com a velocidade Va, indo da posição P1 até P.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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