1 - A dinâmica do Universo
Sabendo o que é um observador, o que é um referencial e tendo uma boa noção do funcionamento da luz, podemos, através da nossa imaginação, nos colocar no referencial do Big Bang com o propósito de observar a dinâmica do Universo desde sua origem.
Como a Ciência chegou à existência do Big Bang
Em 1929, o astrônomo Edwin Hubble, através de suas observações, descobriu que todas as galáxias afastavam-se da Terra com velocidades Va proporcionais às suas distâncias. Sendo assim, foi possível deduzir pela Ciência que, se o Universo retroagisse no tempo com todas as suas galáxias até o instante inicial, chegaríamos num ponto ou singularidade primordial, onde toda a matéria do Universo estaria contida.
O Big Bang
Esse ponto inicial explodiu, espalhando um caldo de energia pura em todas as direções, dando início ao processo de expansão do Universo. A força dessa explosão inicial durou um certo tempo e, enquanto isso, ela foi a responsável pela aceleração de todas as energias que lá havia. Nesse mesmo tempo, cada quantum de energia percorria uma certa distância, adquirindo uma certa velocidade, sendo que as velocidades são proporcionais às distâncias percorridas por cada quantum.
Essa fase inicial do Universo, quando ele estava num processo de aceleração durante um certo tempo, pode ser bem comparada com aquela idéia simples de um gás que se expande sob pressão, sendo que este se encontra dentro de uma esfera de tamanho (raio) crescente, representando o próprio Universo em expansão, onde o centro da esfera é o local do Big Bang. Assim, à medida em que a esfera (Universo) crescia, a pressão do gás ia diminuindo até desaparecer. A partir desse momento em que a pressão se anulava, terminava a fase de aceleração. Cada partícula desse gás continua se afastando do centro da explosão com sua própria velocidade, já adquirida pelo impulso inicial do Big Bang, pois aquela força inicial cessou. Dessa forma, o Universo entra numa nova fase, sendo que cada quantum (grãozinho) de energia dentro da referida esfera adquire uma velocidade de expansão Ve,
cujos valores são proporcionais às suas distâncias do centro da esfera. Logo, quanto mais longe do centro o quantum estava no momento em que deixou de atuar a pressão, maior foi a velocidade de expansão Ve atingida por ele. Nessa situação, a única força que poderia agir sobre essas partículas seria a força da gravidade, retardando ou desacelerando o movimento dessas partículas. No entanto, como explicaremos mais adiante, não foi isso que aconteceu.
Você, caro leitor, ainda poderia insistir em perguntar: “O espaço foi criado naquele momento da explosão? Se existe o Criador, então onde ele estava?” As respostas dessas e de muitas outras indagações não têm relevância, pois nunca saberemos os mistérios insondáveis do Criador. Como já foi colocado anteriormente, tais especulações metafísicas não são significativas no nosso contexto.
Universo na fase de aceleração

Qi =quantum de energia
interna
Qe =quantum de energia na
superfície externa do Big
Bang
Ri =distância percorrida por Qi
Re =distância percorrida por Qe
Vi =velocidade atingida por Qi
Ve =velocidade atingida por Qe
As distâncias Ri e Re são percorridas pelos quanta Qi e Qe, que emergiram no mesmo tempo DT; assim, as velocidades Vi e Ve são proporcionais a estas distâncias. Concluímos que todos os quanta que estão localizados em certa superfície esférica, e que têm a mesma distância do centro, adquiriram a mesma velocidade de expansão. Vi / Ve = Ri / Re. Essa proporcionalidade é fundamental para o entendimento da dinâmica do Universo.
Níveis de Formação de partículas


Os quanta de energia fundamental Q foram ejetados da grande explosão na idade do UniversoT0=0. Cada um desses quanta Q na idade T1, quando terminou a fase de aceleração do Universo, possuia a sua velocidade de expansão no Universo. Eles se uniram aos pares pela gravidade para materializar a partícula A na idade T2. Duas dessas partículas A se uniram para formar um 2° nível de partículas B em T3, que, por sua vez, foram encontrar com uma outra partícula B já formada, gerando a partícula C em T4, e assim por diante, criando partículas em níveis cada vez mais complexos, passando pelos átomos, pelos gases, até chegar nas nebulosas, na idade T5, e depois nas galáxias no tempo T6, cujas velocidades de expansão Ve, adquiridas durante a fase de aceleração são proporcionais às distâncias dessas ao centro do Universo.
Todas as galáxias tiveram origem no caldo primordial de energia proveniente do Big Bang. Elas se afastam com velocidades uniformes, que são proporcionais às distâncias de cada uma delas ao centro do Universo. Quando as galáxias são formadas a partir das nebulosas, tendo em vista as grandes distâncias que as separam, a força gravitacional entre elas já não é forte o suficiente para fazê-las fundir numa estrutura ainda maior. Sendo assim, surgem apenas aglomerados de galáxias ligadas pela gravidade, porém distantes entre si. Esses aglomerados, por sua vez, formam os superaglomerados.
Big bang
Depois de muito andar pelo site cheguei a conclusão que as suas deduções se baseiam em uma teoria meio duvidosa. A teoria do big bang é uma coisa um tanto questionavel.
Luiz
Big Bang
Meu caro Luiz, As teorias de Deduções Lógicas tem origem na teoria do Big Bang quando cheguei nas planilhas : - do Universo Visível
http://www.deducoeslogicas.com/universo/planilha1_uni_z.xls
- do Universo Verdadeiro http://www.deducoeslogicas.com/universo/Planilha%20do%20Universo%20Verdadeiro.xls Os resultados destas duas planilhas conferem com os resultados fornecidos pelos astrônomos, quando simulamos nelas a dinâmica entre a Terra e uma galáxia qualquer. Assim, elas provaram a existência do Big Bang e a veracidade dos conceitos usados na formulação delas, como a influencia da velocidade da galáxias sobre a luz emitidas por estas galáxias
os limites dos universos
Ola! Bom, antes de tudo eu quero parabenizar o site pelo otimo trabalho informativo que vem desempenhando. E eu tenho uma pergunta que me intriga.
Quantos sao os universos existentes nesse nosso minusculo conjunto Universal?
vida
Em todo esse imenso universo não se pode acreditar que a vida
só exista no nosso planeta terra. Quanto a grande explosão é
complicado entender que toda a matéria hoje existente estava
comprimida em uma porção equivalebnte a um grão de feijão, a
um peso equivalente a bilhões de toneladas! Mas concordo com
a colocação dos cientistas, pois estudaram para tanto,e geralmente é errando que se aprende. Obrigado!
João Maria Rodrigues Galvão
Nosso universo
Existe apenas um universo, cujo centro é o local do big bang, e um unico universo visível cujo centro é a galáxia onde você estiver. O nosso universo visível tem como centro a galáxia onde estamos, a Via Láctea