7 - Planilha da dinâmica do Universo Visível
Podemos simular a dinâmica de uma galáxia P qualquer do nosso Universo Visível para um observador no referencial da Terra, que não tem percepção da velocidade V de expansão da nossa galáxia no Universo, e assim terá a ilusão de que a Terra está parada, sendo o centro do nosso Universo Visível. Conforme a nossa verdade, sabemos que todas as galáxias afastam-se de nós com suas velocidades Va desde a origem do Universo, mesmo quando tais galáxias eram constituídas de quanta de energia, que, no futuro, viriam a formá-las. Sendo assim, os fótons emitidos por elas sofrem influência dessas velocidades Va. Com base nesse raciocínio e na figura abaixo, vamos elaborar uma planilha a ser simulada no computador.
Dinâmica de uma galáxia P qualquer e a sua luz em relação à Terra
R = raio atual do nosso Universo Visível
P = posição atual da galáxia P;
P1 = posição da galáxia P, quando o fóton que atinge a Terra hoje foi emitido;
T = idade atual do Universo;
T1 = idade do Universo por ocasião da emissão do fóton na posição P1;
T2 = tempo transcorrido para:
– o fóton ir da posição P1 até a Terra, com velocidade c1, onde c1 = c – Va para um
observador na Terra,
– o fóton ir da galáxia na posição P até a Terra com velocidade c para um observador
nessa galáxia;
– a galáxia ir da posição P1 até P com velocidade Va;
X1= distância da posição P1 à Terra, onde:
X1= VaT1;
X1= c1T2;
X2= distância entre a posição P1 e P, onde:
X2= VaT2;
X = distância atual entre a galáxia na posição P e a Terra, onde:
X = VaT;
X = cT2 .
Lembremos que a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente conforme o Efeito Cristina da luz.
Montagem da Planilha
Para simularmos o movimento de uma galáxia P qualquer no nosso Universo Visível, precisamos definir qual seria essa galáxia P da figura. Para isso, precisaríamos saber qual a sua velocidade de afastamento Va ou o seu redshift Z. Esses dados são obtidos em tabelas de resultados observacionais fornecidos pela Astronomia.
Dados conhecidos:
[1] A velocidade da luz no vácuo:
c≈300.000 Km/s ou uma unidade de velocidade;
[2] A idade atual do Universo fornecido pela NASA em 2003:
T = 13,7 bilhões de anos, com uma margem de erro de + ou - 1%,
[3] A frequência de emissão da luz:
f = 5,976096 x 1014 Hz;
[4] O comprimento de onda da emissão da luz:
l = 5,02 x 10-7 m.
Observação: Essa frequência e esse comprimento de onda são equivalentes aos da luz solar, cujos dados foram fornecidos pelo físico José Newton Figueiredo da Universidade Federal de Itajubá. Sua fonte, o Sol, tem velocidade de afastamento da Terra Va = 0. Consideramos também que todas as estrelas que compõe as galáxias emitem luz com essas mesmas características.
Entramos com as variáveis:
O dado da galáxia P (NDF 244) que escolhemos para estudar;
[5] Podemos entrar com o redshift Z;
[5] Ou entramos com a velocidade de afastamento Va.
Calculamos:
[6] Se entramos com Va, calculamos o redshift Z definido pela ciência, através da
fórmula:

[6] Se entrarmos com o redshift Z, calculamos a velocidade de afastamento Va,
usando a fórmula da Ciência:
[7] A distância X que a galáxia P está atualmente da Terra.

[8] O tempo T2 que o fóton emitido pela galáxia P gasta para chegar na Terra, visto pelo observador em P, de onde foi emitido com velocidade c. Para este observador, o fóton tem sempre a velocidade c, de acordo com a verdade dele que pensa estar parado;
[9] A velocidade c1 de chegada do fóton na Terra, observada dela.
De acordo com o observador na Terra, que pensa estar parado, vendo a galáxia P afastando-se com a velocidade Va, onde c1 = c – Va.
[10] A distância X1 entre a galáxia P e a Terra na época da emissão do fóton na posição P1;

[11] A distância X2 que a galáxia P percorreu de sua posição P1 até P com a velocidade Va;

[12] A idade do Universo T1 na ocasião de emissão dos fótons;
T1 = T - T2;
[13] A freqüência f ´ de chegada da luz na Terra, através da fórmula do desvio Doppler.

[14] O raio do Universo Visível que aumenta com a idade T do Universo.
R = c x T
[15] Outra maneira de calcular X1:
X1 = Va x T1
[16] Outro modo de calcular a frequência de chegada da luz na Terra f´, usando a
fórmula da física ondulatória v = lf´, onde v = c1.

É surpreendente que o resultado acima [16] tenha o mesmo valor do resultado [13] da fórmula do efeito Doppler; no entanto, Deduções Lógicas interpreta a diminuição de freqüência (f´ < f) como conseqüência direta da velocidade c1 ser menor que c, o que é devido ao afastamento Va (c1 < c).
[17] O valor da constante de Hubble Ho pela fórmula da Astronomia:
![]()
Enquanto a Ciência calcula o valor de Ho empiricamente, nós calculamos através da velocidade Va da galáxia e da sua distancia X, onde X = V a x T. Para qualquer galáxia simulada na planilha, vemos que seu valor é constante Ho = 71,386861314 Km/s/Mpc ,que confere com o atual valor fornecido e calculado observacionalmente pela Ciência. Este valor é válido para a idade atual do Universo T = 13,7 bilhões de anos, pois Ho varia com a idade T do Universo.
Essa planilha nos fornece os dados de uma galáxia desde que tenhamos a sua velocidade de afastamento Va. E, para obtermos Va, basta conhecermos o redshift Z da galáxia, fornecido pelas tabelas astronômicas.
Planilha do Universo Visível entrando com Z
Planilha do Universo Visível entrando com Va
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