3 - As ilusões que enganam a Ciência

3 - As ilusões que enganam a Ciência

O fóton


Um fóton proveniente de uma galáxia P, vindo da posição P1, tem a sua velocidade modificada pela influência da velocidade de expansão Vp da sua galáxia. Ao chegar na Terra, ocupando atualmente a posição L, devido à velocidade de expansão Vt da Terra e ao Efeito de Aberração, o fóton modifica a sua velocidade e a sua direção de chegada, como se estivesse vindo da posição P em que a galáxia emissora dos fótons ocupa no momento em que ele alcança a Terra. Logo, na verdade, estamos vendo uma ilusão, pois não há nenhuma ligação direta da galáxia P, na sua atual posição, com a localização da Terra hoje. E, ainda, para confundir a Ciência, tal ilusão é aparentemente verdadeira, já que mostra que, nesse exato momento, a galáxia P ocupa a posição P.

Isso tudo que acabamos de dizer não é coincidência, pois as leis da dinâmica do Universo proporcionam a ocorrência desse fenômeno em todas as galáxias, fazendo com que a luz chegue até nós. O mesmo acontece quando simulamos qualquer par de galáxias na nossa planilha do Universo. Isso faz com que tudo que enxergamos no Universo seja uma ilusão, pois nenhum fóton vem da direção de onde foi emitido; entretanto, trata-se de uma ilusão que passa a ser verdadeira.

O raio de Luz


Para enfatizar a questão da ilusão verdadeira que vem enganando os astrônomos, imaginemos que a galáxia P na posição P’ tenha explodido por alguma razão, na época em que a Terra ocupava a posição L’. Algum tempo após essa explosão, hoje, quando a Terra ocupa a posição L, um observador na Terra está vendo a galáxia P na posição P, como se ela não estivesse explodido, e continuará vendo-a até o momento em que o último fóton emitido pela galáxia P em P’ chegar à Terra na posição L’’. Logo, nesse exato momento, ele verá a galáxia explodindo como se estivesse na posição P’’.

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