6 - Efeito Maurício
Esse é o segredo do Universo que será revelado agora. Através do Efeito
Maurício, é possível que um observador numa galáxia veja todas as outras se afastando dele com velocidades Va proporcionais às suas distâncias.

O par de galáxias P e L qualquer, com a sua velocidade V de expansão, formam com o ponto O, local do Big Bang, o triângulo OLP, que cresce com a idade do Universo, gerando sempre triângulos semelhantes. Sendo assim, um observador em uma delas, como por exemplo, em L, verá a sua companheira sempre no mesmo ângulo de visada B. Esse observador, na sua verdade, acha que está parado, e vê a outra galáxia afastando-se dele com a velocidade Va uniforme, já que, nos triângulos semelhantes, os lados são sempre proporcionais, e portanto, como os lados OL e OP aumentam uniformemente com a idade do Universo, o lado LP crescerá também com velocidade uniforme, dando a impressão ao observador em L que a sua galáxia companheira P afasta-se dele com velocidade Va uniforme. Essa é a ilusão que engana a Ciência, que não sabe explicar porque o nosso planeta é o centro do nosso Universo Visível.
Como a Ciência não aceita o referencial do espaço absoluto, torna-se impossível chegar a essa conclusão na Via Láctea.
Já vimos que as matérias de todas as galáxias partiram do local do Big Bang, no momento da explosão, com velocidades constantes de expansão no Universo, que são proporcionais às suas distâncias do ponto onde se deu a grande explosão inicial.
O Universo não possui um centro, e, no entanto, explicamos o Universo de uma maneira convincente, mostrando que o seu centro é o local onde ocorreu o Big Bang, e que nós, aqui na Terra, situada na Via Láctea, enxergamos somente uma parte do Universo, que é o nosso Universo Visível. Então, porque a Ciência até hoje não formulou esse modelo simples e lógico para o Universo?
Para que a Ciência desenvolvesse tal modelo, seria necessário que ela soubesse, antes da época de Eisnstein, que o Universo está em expansão, e que todas as galáxias do nosso Universo Visível afastam-se de nós com velocidades Va proporcionais às suas distâncias até nós. E isso, a Ciência só veio tomar conhecimento através da descoberta de Edwin Hubble em 1929. Acontece que Albert Einstein divulgou a sua teoria da Relatividade Restrita antes, em 1905, onde postulava que a velocidade da luz era sempre constante c, independentemente da velocidade de sua fonte, sendo que o tempo varia com a velocidade, de acordo com a fórmula:
, cuja matemática está correta, como mostraremos adiante. No entanto, essa fórmula foi erroneamente interpretada, quando se concluiu a existência de uma dilatação real do tempo, que, conseqüentemente, levou à contração do espaço e também à idéia de uma quarta dimensão, eliminando o espaço absoluto. Daí, essa idéia acarretou a dependência da massa com a velocidade.
Os absurdos provenientes dessa interpretação errônea fizeram com que a Ciência não aceitasse tal teoria tão revolucionária. Mas quando a sua matemática correta começou a resolver problemas inerentes à luz que a Física da época não conseguia resolver, os físicos daquela época tiveram que aceitar a matemática da Teoria da Relatividade, e com ela todos os seus absurdos.
A partir daí, nenhum físico pode raciocinar sobre a existência do espaço absoluto, aceitar a existência de velocidades maiores que a da luz e principalmente aceitar que os fótons sofram a influência das velocidades de suas fontes. Isso se transformou num tabu instransponível, no qual os próprios físicos não ousavam transgredir. E se algum deles se aventurasse a transpor esses limites impostos, os órgãos de financiamento de pesquisa boicotavam qualquer investimento que pudesse auxiliá-los nos seus trabalhos.
Dessa maneira, explica-se como os físicos e cosmólogos não conseguiram compreender o funcionamento do Universo.
Se eu, Geraldo Cacique, não tivesse optado pela Engenharia, e sim pela Física, iria raciocinar como físico, pois estaria condicionado pelos dogmas da Ciência ensinados na academia, impossibilitando-me de chegar a esse modelo do Universo lógico. Graças à Deus, não sou físico, e assim, não fui impedido de pensar de maneira simples e lógica.
Nosso Universo Visível
Visto por um observador no espaço absoluto
Este observador vê todas as galáxias do nosso Universo Visível afastando-se do centro do Universo Verdadeiro, local do Big Bang, com velocidade V de expansão no Universo. Essas velocidades são proporcionais às suas distâncias do local do Big Bang. Através do Efeito Maurício, ele vê todas as outras galáxias afastando-se da Terra com velocidades de afastamento Va, que são proporcionais às suas distâncias à Terra.
Com esta figura e conhecendo o Efeito Maurício, basta considerarmos o triângulo que cada galáxia forma com a Terra e o local do Big Bang.
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