O fóton entre o Sol e um planeta, não considerando o movimento orbital V do planeta, para um observador no espaço absoluto

Dos fótons emitidos pelo Sol em A, aquele que vai chegar no planeta, na posição X, sofre a influência da velocidade b de expansão no Universo.
Num tempo t:
- O plano orbital do planeta vai da posição P até a posição Pn; com velocidade b.
- O fóton vai do Sol na posição A até o planeta na posição Xn com velocidade ce2, onde ce2 = b + c.
- O sol vai da posição A no foco 1 até a posição An no foco 1´, com velocidade b;
- A projeção do Sol no eixo perpendicular ao eixo maior da elipse vai de A até Bn, no plano orbital Pn com velocidade V1´ onde V1´ = b sen Â.
- O planeta vai da posição X até Xn com velocidade b.
- Para um observador no planeta, o fóton vai do sol até ele com velocidade c.
- Para um observador parado em relação a velocidade b, o fóton estará sempre entre o sol e o planeta, aproximando do planeta com a velocidade c.
- As projeções do sol e do planeta no plano orbital Pn vão respectivamente de Bn até An e da posição X1 até Xn com velocidade V, onde V = b cos Â.
- A projeção do fóton no plano orbital Pn vai de Bn até o planeta em Xn com a velocidade c2 onde c2 = V + c.
A projeção do fóton originado de Bn, ao chegar no planeta, na posição Xn, devido à velocidade V, projeção da velocidade b do planeta sobre o plano Pn, e ao efeito aberração, modifica a sua velocidade c2 para c, onde c = c2-V.
Então, podemos concluir:
Na órbita de um planeta, um fóton origina-se do ponto Bn localizado no eixo maior da elipse e, ao chegar em um planeta, dá a impressão que veio do sol localizado no ponto An, foco do periélio dessa órbita. O triângulo BnAnXn funciona como se, em um tempo t:
- O sol fosse da posição Bn até An, com a velocidade V.
- O fóton fosse da posição Bn até Xn, com a velocidade c2.
- o fóton, para um observador no planeta, chegasse até ele com a velocidade c vindo do sol.
A posição Bn será determinada pela posição X do planeta na órbita de tal maneira que o tempo t que o fóton vai do sol até o planeta, com velocidade c, definirá a distância D entre Bn e o sol, onde D = t x V.
Definido esse triângulo, vemos que c2 = V + c.
Essa elipse, que tem o sol no foco do periélio e a sua projeção Bn variando em função da posição do planeta na sua órbita, chamaremos de elipse do fotonóide. O fóton será emitido da posição Bn em direção a um planeta na sua órbita e chegará ao planeta vindo do foco do periélio da elipse do fotonóide, obedecendo a expressão matemática
c2 = V + c.
D = Duplicação solar = distância da órbita eliptica do fotonóide entre as posições Bn e An, pois veremos mais adiante que as órbitas dos planetas são circulares com o Sol ocupando o centro da circunferência e a influência da velocidade V de expansão do Universo sobre a gravidade entre os astros de uma galáxia transforma as órbitas dos planetas em órbitas elípticas. No caso das órbitas cujos planos orbitais são perpendiculares ao eixo de expansão do Universo da galáxia elas continuam circulares.
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