O raio de luz entre o Sol e o planeta Terra, não considerando o movimento orbital V do planeta, para um observador no espaço absoluto

Os fótons emitidos pelo sol durante o percurso entre os pontos A e An sofrerão a influência da velocidade b do sol. Cada um desses fótons terá uma trajetória particular, todas paralelas entre si, formando um raio de luz que cresce em direção à Terra, com a velocidade c. Da mesma maneira, a projeção desses fótons no plano da órbita Pn formará um raio de luz que cresce a partir do sol virtual em direção ao planeta Terra virtual, com a velocidade c, durante o percurso do sol virtual entre o Bn e o An.
Observemos que este raio de luz é virtual, pois todos os fótons deste raio têm direções paralelas à direção AXn, sendo que nenhum fóton vai diretamente do Sol na posição An até a Terra na posição Xn. Isto aparentemente só acontece com a verdade do observador no referencial Terra-Sol. E mais ainda, no exato momento em que o fóton chega na Terra, ela está chegando na posição Xn e o Sol na posição An. Isto só é possível graças ao Efeito Cristina da luz, que afirma que a luz funciona como se fosse transmitida instantaneamente.
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