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Provas de que o Modelo para a Dinâmica do Universo de Deduções Lógicas está correto
Primeira prova: Planilha do Universo Verdadeiro
Figura 4
A constante de Hubble Ho é dada por
, onde :
Va = velocidade de afastamento entre as galáxias A e E;
Va = V1 + V2 ;
V1 = projeção da velocidade Ve sobre o eixo EA;
V2 = projeção da velocidade V sobre o eixo EA;
D3 = distância atual entre as duas galáxias.
Na simulação para qualquer par de galáxias, achamos sempre o mesmo valor para Ho = 70,8695652 Km/s/Mpc. Esse valor é compatível com os últimos resultados obtidos pela Astronomia, T = 13,7 bilhões de anos, conforme cálculo feito e publicado pela Nasa em maio de 2003, para a idade do Universo.
Segunda prova: Planilhas dos Universos Verdadeiro e Visível
Figura 5
Ao olharmos para uma galáxia através do telescópio, estamos observando o passado dessa galáxia na idade T1 do universo, quando ocorreu a emissão dos fótons que só agora nos alcançam. Quanto maior for a velocidade de afastamento Va mais longe estará a fonte de emissão da luz.
Assim, quando simulamos o movimento de uma galáxia E que se afasta de uma galáxia A com velocidade Va muito próxima da velocidade da luz (valores entre 0,999945 c e 0,99945 c), estamos vendo as galáxias na idade T1 do Universo entre 759 à 7.585 mil anos.
A freqüência de chegada da luz nessas simulações está entre 30 Ghz e 300 Ghz, ou seja, emitida numa época em que não existiam galáxias. Isso significa que estamos vendo a luz emitida pelos átomos que vieram a formar as galáxias.
Na prática, a luz emitida por esses átomos provém da radiação de fundo vinda de todas as direções na freqüência de micro ondas.
Assim, pela planilha, a radiação de fundo que chega até nós na freqüência de 30 Ghz é constituída de fótons emitidos por átomos numa época em que o universo tinha a idade T1 = 758.966 anos. Para um observador no referencial da Terra, desde que ela ainda não passava de átomos, esses fótons percorreram a distância D1 = 758.954 anos luz com velocidade c1 = 0,000055 c.
Para um observador no referencial da fonte, os fótons percorreram a distância D3 = 13,7992410004 bilhões de anos luz com a velocidade da luz c.
Como, para a ciência, a velocidade dos fótons é sempre c, entende-se que vemos a trajetória desses fótons como um observador no referencial da fonte; quando na verdade, deveríamos ver os mesmos como um observador no referencial da Terra. Essa crença errada da ciência leva ao absurdo de se considerar o Big Bang como uma explosão especial, sem um lugar definido, ao contrário do que seria lógico. Para a ciência, o Big Bang se deu em todo o espaço, pois é sabido que as radiações de fundo vieram da época do Big Bang e são originadas nas proximidades dele (Fig. 5). O nosso modelo revela porque, aparentemente, as radiações de fundo chegam até nós de todas as direções com a velocidade da luz.
Terceira Prova
Figura 6
Quando estudamos as órbitas dos planetas, previmos que o eixo Bruna da expansão do universo da nossa galáxia faz um ângulo A menor do que 90º com o afélio das órbitas dos planetas (Fig. 6). Ao lançarmos a direção dos periélios das órbitas no sistema de coordenadas eclípticas, descobrimos que no espaço existe um único eixo cuja direção satisfaz essa condição, o qual denominamos de Eixo Bruna, com as seguintes coordenadas:
Longitude: 275 º 21 ± 18 e Latitude: 86 º 24 ± 1 48 ".
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