O Universo na época da emissão da radiação de fundo
Fig. 93
Ru = raio da periferia do universo verdadeiro;
R = raio do Universo cujas partículas têm a mesma velocidade de expansão Ve;
A = concentração de partículas situadas em qualquer parte do universo;
D3 = distância das partículas que se afastam de A com a mesma velocidade Va;
Vu = velocidade de expansão das partículas da periferia do Universo verdadeiro;
Ve = velocidade de expansão das partículas do Universo de raio R;
V = velocidade de expansão de A.
Com aproximadamente 300.000 anos, todo o Universo era constituído de átomos que emitiam fótons em todas as direções.
Cada um destes átomos tinha sua velocidade de expansão Ve.
Uma determinada concentração A desses átomos (Fig. 93) com velocidade de expansão V formou a Via Láctea com o nosso Sistema Solar e a Terra.
Os fótons emitidos pela fonte de luz E, átomos do Universo, chegam à A, depois de um certo intervalo de tempo D t, com velocidade c1 (Fig. 94).
Fig. 94
A = átomos que formaram a Terra;
E = fonte de luz (átomo);
Va = velocidade de afastamento de A da fonte de luz E;
D1 = distância de E até A;
c1 = velocidade do fóton na trajetória D1 (para um observador em A), sendo
c1 = c - Va
c = velocidade de emissão dos fótons.
Os fótons emitidos pelos átomos de uma fonte E, que se afasta de A, com velocidade Va próxima à velocidade da luz c, e que formavam a superfície da esfera do universo visível para um observador no referencial de A, somente hoje, estão chegando à Terra, vindos do agrupamento dos átomos A.
Radiação de fundo para um observador S no referencial do espaço absoluto
Fig. 95
A1 = posição de A na época da Radiação de Fundo;
An = posição da Terra (A) hoje;
E1 = posição da fonte na emissão do fóton;
En = posição da fonte na chegada do fóton à Terra;
V = velocidade de expansão da Terra;
Ve = velocidade de expansão da fonte;
Va ? velocidade de afastamento entre E e A;
c = elocidade de emissão dos fótons em direção à Terra;
c = velocidade com que um fóton no raio de luz percorre a trajetória D3, que é a distância real entre a fonte e a Terra;
c1 = velocidade com que o fóton percorre a trajetória D1;
c1 = velocidade com que o fóton chega à Terra ;
c1 = c - Va ;
D1 = distância de E até A, quando da emissão do fóton;
D3 = distância da fonte à Terra, quando o fóton chega à Terra;
T2 = tempo para o fóton verdadeiro ir de E1 até An;
T2 = tempo para o fóton, no raio de luz, ir de E até An;
T2 = tempo para a fonte ir de E1 até E;
T2 = tempo para A ir da posição A1 até An;
T2 = tempo para o fóton ir de E1 até A1 com velocidade c1 para um observador em A.
A fonte de luz E1 (átomo) na idade T1 do universo, quando todo ele era composto somente de átomos, emitiu fótons em direção a A1 (átomos que deram origem à Terra) com velocidade c.
Devido à velocidade de expansão Ve dessa fonte de luz, esses fótons adquiriram a velocidade (módulo e direção) c2 e chegam à Terra, hoje, em An, conforme a Fig. 95.
Onde c2= c + Ve
Dinâmica da radiação de fundo
Fig. 96
T0 = início dos tempos (Big Bang);
T1 = ± 300.000 anos (emissão dos fótons);
T5 = 5 bilhões de anos (os átomos de A fazem parte da Via Láctea e a fonte E provavelmente faz parte de alguma outra galáxia);
T10 = 10 bilhões de anos (os átomos de A estão incorporados à Terra);
T13,8 = 13,8 bilhões de anos (hoje, no momento da chegada dos fótons da radiação de fundo à Terra na freqüência de microondas).
Durante o percurso E1An , os fótons estarão sempre alinhados entre A e E, aproximando-se de A com velocidade c1, onde: c1 = c - Va, e, afastando-se de E com a velocidade c.
A chegada do fóton à Terra
Fig. 97
No momento da chegada do fóton à Terra com a velocidade c2 , fazendo um ângulo  com a velocidade V de expansão da Terra, o efeito de aberração faz com que o fóton aproxime-se da Terra com velocidade c1 , construindo um outro ângulo de aproximação B.
Radiação de fundo para um observador R no referencial de A
Fig. 98
Um observador R, com o mesmo movimento de A, ao acompanhar o movimento de um fóton emitido por uma fonte E da época da radiação de fundo, verá esse fóton como na Fig. 98. Em momento algum, ele tomará conhecimento de sua velocidade V, da velocidade Ve da fonte E, ou da velocidade c2 do fóton.
No momento da emissão, ele verá a fonte E afastando-se dele com a velocidade Va e o fóton sendo emitido em sua direção com a velocidade c1, onde c1 = c Va.
A partir dessa época até hoje, o observador verá sempre a mesma coisa: a fonte afastando-se com velocidade Va e o fóton aproximando-se com velocidade c1, até alcançar a Terra.
Chegada à Terra da radiação de fundo para o observador S parado no espaço absoluto
Universo visível na emissão da radiação de fundo
Na época em que os fótons foram emitidos da posição E1 em direção ao agrupamento de átomos A1, os quais deram origem à Terra, tais átomos que os emitiram afastaram-se de A1 com a mesma velocidade Va, quando formaram uma esfera de raio D1 centrada naquela posição (Fig. 99), e constituíram o nosso Universo visível.
Fig. 99
Qualquer átomo da superfície dessa esfera age da mesma maneira que os da fonte E citada nos exemplos anteriores.
Assim, os átomos que ocupam as posições E1, E1" e E1 emitiram fótons em direção a A1 com velocidade c. Devido às suas velocidades de expansão Ve, Ve e Ve, estes fótons adquiriram velocidades c2, c2 e c2 nas suas respectivas direções, onde :
c 2 = Ve + c ;
c2 = Ve + c;
c2 = Ve + c.
Para um observador em A1, todos esses átomos se afastam com a velocidade Va, muito próximo de c, e os fótons aproximam-se com velocidade c1, ondec1 = c Va
Universo visível na chegada da radiação de fundo
Fig. 100
Esses fótons chegam à Terra, hoje, como na Fig. 100.
As fontes ocupam as posições E, E" e E de uma esfera constituída por todos os átomos da esfera inicial cujos fótons chegam hoje à Terra. Assim, explicamos porque a radiação de fundo chega até nós de todas as direções e estabelece o limite do nosso Universo visível.
Chegada da radiação de fundo para o observador R no referencial da Terra
Universo, na posição A1 (Fig. 101a), na época da emissão da radiação de fundo
Na posição A1 (Fig. 101a) o Universo era composto de átomos. O observador R estava no centro da esfera cujos átomos da superfície afastavam-se dele com velocidade Va muito próxima à da luz e, naquele momento, todos os átomos dessa superfície emitiram fótons em direção ao observador R com velocidade c. Devido à velocidade Va de afastamento, esses fótons ficaram com velocidade de aproximação a R igual a c1, onde: c1 = c - Va .
Universo na posição A2 (Fig. 101b), com 5 bilhões de anos.
O observador R veria:
- os átomos iniciais de A fazendo parte da Via Láctea;
- os fótons aproximando-se com velocidade c1;
- grupos de átomos da fonte que emitiu os fótons e se juntaram para formar diferentes galáxias, afastando-se dele (o observador) com a velocidade Va.
Universo na posição A3 (Fig. 101 c) com 10 bilhões de anos.
Nesse caso, o observador veria:
- a Terra já formada e os átomos iniciais de A que fazem parte dela;
- os fótons aproximando-se com velocidade c1;
- as galáxias originadas das fontes afastando-se com a velocidade Va.
O Universo hoje na posição An (fig 101d).
O observador R veria:
- Os fótons chegando à Terra de todas as direções, na freqüência de microondas, formando a imagem do interior da esfera dos átomos que emitiram fótons em direção ao agrupamento de átomos A, os quais deram origem à Terra, numa época em que o Universo teria ± 300.000 anos;
- as galáxias originadas pelas fontes E localizadas hoje, a uma distância pouco menor do que 13,8 bilhões de anos luz, ainda afastando-se com velocidade Va. Os fótons emitidos por elas, hoje, com velocidade c1, só chegarão à Terra quando o Universo tiver mais de 130 trilhões de anos de idade. Então, a Terra terá deixado de existir haverá muito tempo.
Entidades de Engenharia Mineiras que apóiam as "Deduções Lógicas".
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INEC Instituto Nacional de Engenharia Civil. |
IMEC Instituto Mineiro de Engenharia Civil. cursos@imec.org.br |
SINGEO Sindicato dos Geólogos. singeomg@singeomg.org.br. |
|
ABENC Associação Brasileira de Engenheiros Civis/MG. |
SMEA Sociedade Mineira de Engenheiros Agrônomos. |
Relação de proeminentes engenheiros mineiros que após reunirem com Geraldo Cacique na casa deste ou em salas do edifício do CREA MG na Av.Raja Gabaglia, Belo Horizonte, Minas Gerais, apóiam as interessantes teorias de Deduções Lógicas existentes no site “Deduções Lógicas” :
Declarações:
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PROLEGÔMENOS
“Por redundante e evidente que pareça, não se faz uma mudança de paradigma antes que se entenda a mudança, e se a absorva e se a infiltre, e que se adense, no imaginário e na intelecção de atores individuais, organizacionais e institucionais.
Já ensinou a Sociologia da Ciência que a vida do conhecimento se materializa através de paradigmas de compreensão, entendimento e significados, compatíveis com a ordem de problemas que se tem a resolver. Renovado o paradigma, por exemplo, desalojada a primazia do normatizado, conhecido, formalizado, estatuído e entronizado como verdade, passa-se, passo seguinte à etapa da assimilação do cognoscível, iniciando-se aqui os processos complexos de interação entre o novo, pouco compreendido, e o anterior, completamente absorvido, processos esses que precisam de seu próprio tempo de maturação e tradução do que é intelectualmente compreendido e traduzido em práticas institucionalmente absorvidas e legitimadas.
Mudanças precisam de legitimidade, processo de duas mãos, que une o inovador, a inovação e as instâncias que farão materializar a novidade. É, portanto, processo múltiplo, dependente do compartilhamento, aceitação e escoramento de novas visões de mundo.
Necessita de mentes jovens, espíritos abertos, almas receptivas e sensíveis ao mundo além do meramente físico, dogmático, formalizado, concreto, que se alteie do seu berço material e alcance os céus, ao perceber a sua finitude frente ao infinito, onde TUDO É POSSÍVEL.
Já dizia aquele filósofo À Maneira Clássica - Jorge Angel Livraga:
“NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL, MAS SIM O IMPOSSIBILITADO.”
In. Haydn Amaral Fernandez
Veja aqui a declaração completa: Declaração Completa
Haydn Amaral Fernandez
Engenheiro Civil
Professor Universitário
haydnfernandez@ig.com.br
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Após estudo da planilha da Relatividade do Tempo e da Gravidade que foram desenvolvidas pelo eng. Geraldo Antunes Cacique, estou convencido que é a melhor forma para o entendimento destas questões. Portanto solicito a todas as pessoas estudiosas desta matéria que tenham pelo menos a curiosidade de verificar o conteúdo desta planilha, entrando na página “A Órbita dos Planetas”, que é o sexto item do menu principal que onde estão todas as páginas do site de Deduções Lógicas.
Abelardo Ribeiro de Novaes Filho
Engenheiro mecânico, Licenciado em Matemática e Física
manganao24@gmail.com
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Caríssimo Cacique, saudações.
Gostaria de agradecer pelo belo presente que você me proporcionou. Sendo engenheiro, eu tenho uma certa adoração pela física e você com esta atitude me mostrou uma nova metodologia de vislumbrar a física de uma forma prazerosa e simples. Seu livro parece vivo. Os conhecimentos, ali explicitados explicam o funcionamento da natureza e do universo. Suas deduções lógicas são tão fascinantes que poderão dar aos cientistas condições uma nova dimensão para o futuro da humanidade.
Parabéns por esta deliciosa loucura.
Getúlio Alves da Silva e Souza- Engenheiro Civil
Get1@ig.com.br
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Fiquei muito bem impressionado com os novos conceitos de física propostos pelo colega, Eng. Civil Geraldo Cacique. Sua matemática simples, sem precisar nem mesmo de usar uma derivada ou uma integral, introduziu um novo olhar sobre as tradicionais teorías da dilatação do tempo e da força centrifuga.
Ao deduzir a fórmula da força gravitacional a partir do tempo que esta partícula leva para percorrer uma determinada distância entre dois corpos, partícula que denominou "energétron", propõe uma nova visão para o funcionamento da força de gravidade.
Esta aí uma grande oportunidade para que nossas autoridades invistam no potencial científico da juventude brasileira.
Ivo Silva de Oliveira Junior – Engenheiro Civil
ideiaprojetos@oi.com.br
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- Odair Santos Junior - Engenheiro Civil
odairsantosjunior@yahoo.com.br
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Se o conhecimento e a ciência tivessem ficado dependentes dos ignorantes, que nada sabem e nem querem saber, ou mesmo dos auto-suficientes, que pensam que sabem tudo e não têm o que aprender, estaríamos mais próximos das eras primitivas do que do mundo moderno atual.
A contestação, a pesquisa e a inovação foram e continuarão sendo as responsáveis por todos os progressos da ciência e do conhecimento em todos os campos da vida.
Por isso, acredito que as persistentes "deduções lógicas" do Geraldo Cacique poderão trazer mais avanços naqueles campos que todas as honrarias que são dedicadas - com toda a justiça, diga-se logo -aos que trouxeram contribuições até o presente mas, deitaram-se nos louros das conquistas e não conseguiram ou puderam prosseguir.
- Marcos Sant'Anna ( Engenheiro e Empresário)
marvsan08@gmail.com
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