11 - Radiação de fundo

11 - Radiação de fundo

Na idade T = 300.000 anos, o Universo era composto apenas por átomos, estando todos eles se afastando do local do Big Bang com velocidade Ve de expansão no Universo, que são proporcionais às suas distâncias ao centro do Universo Verdadeiro.
O nosso Universo Visível já existia, sendo representado por uma esfera de átomos que tinha como centro o aglomerado A de átomos, que viriam a formar futuramente a Via Láctea – Terra.
Todos os outros átomos afastavam-se de A com velocidades Va proporcionais às suas distâncias ao centro A do nosso Universo Visível. A superfície limite dessa esfera era composta por átomos, cujas velocidades Va eram muito próximas da velocidade da luz.

Universo Verdadeiro na época da emissão da radiação de fundo

Ru – raio da periferia do Universo Vedadeiro;
R – raio genérico do Universo Verdadeiro cuja superfície esférica contém átomos
com a mesma velocidade de expansão Ve;
Para cada valor de R temos uma velocidade Ve de expansão;
E – aglomerado de átomos da periferia do Universo Visível que, no futuro, virão a
formar a galáxia E;
A – concentração de átomos no centro do Universo Visível que, no futuro, virão a
formar a Via Láctea-Terra;
Vu – velocidade de expansão dos átomos da periferia do Universo Verdadeiro;
Ve– velocidade de expansão dos átomos no Universo Verdadeiro;
V – velocidade de expansão de A no Universo, e do nosso Universo Visível;
Va – velocidade de afastamento dos átomos em relação ao centro A do nosso Universo Visível;
X1 – distância de E até A.

Nosso Universo Visível quando era composto por átomos



Os átomos da periferia do nosso Universo Visível afastaram-se do centro A com velocidades Va = 0,999975 c e emitiram fótons em direção a A que, devido a essa velocidade de afastamento Va, partiram em direção ao seu destino com a velocidade c1 = 0,000025 c, onde c1 = c – Va, e com velocidade c para os observadores nos  átomos.

O nosso Universo Visível quando tinha aproximadamente 5 bilhões de anos

 


Com o passar do tempo, um observador em A veria os átomos sob os seus pés se unirem para formar gases que deram origem a uma nebulosa, que finalmente formaram a Via Láctea e nela a Terra. Enquanto isso, os átomos que deram origem a tais fótons formam galáxias que se afastam em todas as direções com velocidades  Va = 0,999975 c. Os fótons da superfície esférica, que foram emitidos na direção do aglomerado de átomos A aproximam-se desse com velocidades c1 = 0,000025 c, e afastam-se com velocidade c para os observadores nos referenciais das galáxias.

O nosso Universo Visível quando tinha aproximadamente 10 bilhões de anos


Na idade de ≈ 10 bilhões de anos, a Terra se formou enquanto os fótons continuaram aproximando com velocidade c1 = 0,000025 c e afastando com velocidade c das galáxias para os observadores nelas, enquanto elas afastam-se com suas velocidades Va = 0,999975 c.

O nosso Universo Visível atualmente, com 13,7 bilhões de anos


Atualmente, os fótons emitidos quando o Universo tinha a idade T1=342.000 anos alcançarão a Terra, vindos de todas as direções com a velocidade c1=0,000025 c na faixa da frequência de microondas f´≈1,5x1010Hz, tendo percorrido a distância X1=0,000342491 bilhões de anos luz durante o tempo T2=13,6996575 bilhões de anos.
Nesse momento, as galáxias que deram origem a estes fótons estão localizadas na periferia do nosso Universo Visível, distantes de nós X ≈13,6996575 bilhões de anos luz e que continuam se afastando com a velocidade Va=0,999975 c. Para os observadores nas galáxias, os fótons percorreram a distância X =  13,6996575 bilhões de anos luz, com velocidade c, no mesmo tempo t2.

Radiação de fundo para um observador no referencial do espaço absoluto

Um observador no referencial do espaço absoluto veria os átomos da periferia do nosso Universo Visível se afastarem do local do Big Bang com suas velocidade Ve de expansão no Universo, ao mesmo tempo que os átomos do centro do nosso Universo Visível, representados pelo aglomerado de átomos A, afastavam-se com velocidade V de expansão no Universo.
Os átomos genéricos dessa superfície em expansão emitiram fótons em direção a A, E1, E2 e E3, que, devido às suas velocidades Ve de expansão tiveram as suas velocidades de emissão modificadas de c para c2 , onde c2=c+Ve.
Com o transcorrer do tempo, os átomos do aglomerado A se uniram para formar gases, que geraram uma nebulosa, que finalmente deu origem à Via Láctea, onde surgiu a Terra, ocupando hoje a posição An do nosso Universo Visível. Enquanto isso, os átomos da periferia do nosso Universo Visível, com as suas velocidades de expansão Ve, se uniram em aglomerados de átomos, que, seguindo o processo anterior, vieram a formar galáxias que hoje estão na periferia do nosso Universo Visível.
Aqueles átomos genéricos E1, E2 e E3 formam atualmente as galáxias que ocupam as posições E´1, E´2 e E´3, que continuam com suas velocidades Ve de expansão no Universo, afastando-se da Terra com suas velocidades Va=0,999975 c muito próximas de c.
Aqueles fótons emitidos das fontes E1,E2 e E3 percorreram as trajetórias E1An, E2An e E3An respectivamente, com suas velocidades c2, sendo que, hoje, ao chegarem na Terra, devido à velocidade V de expansão dessa e ao efeito de aberração, modificam suas velocidades de c2 para c1 (c1=0,000025 c) como se estivessem chegando das posições genéricas E1, E2 e E3 na faixa de freqüência de microondas. Assim, esses fótons representam as radiações de fundo que nos alcançam hoje, sendo provenientes de todas as direções, como se fossem originadas em todos os pontos da superfície esférica que delimita o nosso Universo Visível.

A1    → posição de A na época da radiação de fundo;
An   → posição da Terra (A) hoje;
E1, E2 e E3  → posições dos átomos na periferia do nosso Universo Visível, que era fonte dos fótons na época de suas emissões;
1, E´2 e E´3 → posições dos átomos, fontes dos fótons, que foram transformados nas atuais galáxias;
V    → velocidade de expansão da Terra;
Ve  → velocidade de expansão das fontes;
V → velocidade de afastamento entre E e A;
c   → velocidade de emissão dos fótons em direção à Terra;
c1 → velocidade com que o fóton percorre a trajetória X1 chegando na Terra;
c1 = c - Va;
c2 → velocidade do fóton na sua trajetória verdadeira E1An, onde c2 = c + Va
X1 → distância de E1 até A, na ocasião da emissão do fóton;
X → distância da fonte à Terra, quando o fóton chega na Terra;

T2  representa o tempo:
• para o fóton ir de E1 até An, , na sua trajetória verdadeira;
• para o raio de luz ir de E até An;
• para a fonte ir de E1 até E;
• para A ir da posição A1 até An;
• para o fóton ir de E1 até A1 com velocidade c1 para um observador em A.

Dinâmica da radiação de fundo para um observador no referencial do espaço absoluto



T0 → início dos tempos (Big Bang);
T1 →± 300.000 anos (emissão dos fótons);
T5 →5 bilhões de anos (os átomos de A fazem parte da Via Láctea e os da fonte E provavelmente fazem parte de alguma outra galáxia);
T10 →10 bilhões de anos (uma parcela dos átomos de A compõe a Terra);
T13,7 →13,7 bilhões de anos (hoje, no momento da chegada dos fótons da radiação de fundo à Terra, na freqüência de microondas).
Durante o percurso E1An , o fóton está sempre alinhado entre A e E, aproximandose de A com velocidade c1, onde: c1 = c - Va, e afastando-se de E com a velocidade c. 

Radiação de fundo

Radiação de fundo é constituída pelos fótons que nos alcançam hoje, e que foram emitidos por galáxias que ocupam a periferia do nosso Universo visível, numa época quando essas galáxias e todo o Universo eram compostos por átomos, na sua idade T1 ≈ 300.000 anos.
Esses fótons foram emitidos na frequência f = 5,976096 x 1014 Hz, chegando até nós na frequência f ´ dentro da faixa de microondas, devido ao valor da velocidade Va de afastamento das galáxias que lhes deram origem.

Podemos comprovar matematicamente o que foi dito acima, quando simulamos o afastamento das galáxias com velocidades Va próximas a da luz. Por exemplo:

Va = 0,999975 c

Usando a fórmula do efeito , obtemos  , que é uma frequência localizada na faixa de microondas.

Usando a fórmula da física ondulatória  , onde v é a velocidade de chegada dos fótons, que, nesse caso, é v = c1, sendo c1 = c - Va, temos c1 = 1 - 0,999975, com c1 = 0,000025 c, e onde l, que é o comprimento da onde de luz, vale l = 5,02 x 10-7m.

Levando esse valores na fórmula anterior, teremos , que é o valor idêntico ao obtido pela fórmula do Efeito Doppler, mostrando mais uma vez a consistência das nossas planilhas e daí a veracidade da teoria de Deduções Lógicas sobre a luz, já que seus dados conferem com aqueles fornecidos pela Astronomia. Além disso, a idade T1 do Universo, na ocasião da emissão o desses fótons, dada pela nossa planilha é T1 = 342.500 anos, que também confere com aquela fornecida pela Ciência, que é T1 ≈ 300.000 anos.

Como a Ciência explica essas radiações?
A Ciência, até hoje, não sabe a verdadeira forma do Universo. Ela afirma que essa geometria vai depender da densidade de distribuição de matéria no Universo. Se essa densidade for:
• menor do que 1 (densidade crítica), o Universo vai ter a forma que lembra uma sela de cavalo, isto é, um Universo aberto.
• igual a 1, o Universo vai ser plano;
• maior do que 1, o Universo vai ser uma esfera, isto é, um Universo fechado.
No entanto, dependendo da conveniência da Ciência, ela não considera as hipóteses
mencionadas acima, definindo a forma geométrica do Universo de acordo com aquilo que ela pretende explicar.
No caso da radiação de fundo, a Ciência explica que, aproximadamente 300.000 anos depois do Big Bang, a radiação de microondas foi emitida pelos átomos primordiais quando o Universo era exclusivamente formado por eles. Devido ao resfriamento do Universo com a sua expansão, a radiação que estava fortemente acoplada aos átomos pôde se desprender deles na faixa de microondas, viajando até nós na velocidade da luz c.
Hoje, essa radiação nos chega na mesma faixa de microondas em que foi emitida, proveniente de todas as direções do espaço. Para a Ciência, todas essas radiações de microondas vieram do limite do Universo Visível, de uma região bem próxima ao local do Big Bang. Assim, ela define a geometria do Universo, a saber:

 

Se as radiações foram emitidas na idade T = 300.000 anos, e como a Ciência afirma que o Universo tem atualmente 13,7 bilhões de anos, isso implica que essas radiações viajaram até nós com a velocidade da luz c, vindas de todas as direções. Assim, a Ciência está definindo que a forma do Universo é uma esfera, tendo como limite o local de onde partiram as radiações de fundo que percorreram a distância X, onde X = c x (13,7 bilhões de anos - 300.000 anos) = 13,6997 bilhões de anos luz.
Por outro lado, como a Ciência sabe que as radiações são originadas bem próximas do local do Big Bang, ela conclui portanto que o Big Bang foi uma explosão especial que se deu em todos os pontos dessa superfície. Além disso, como Universo possui um número incontável de galáxias, cada uma dessas com bilhões de estrelas e provavelmente uma grande parte dessas estrelas possuindo planetas, então, torna-se difícil afirmar que, entre tantos astros, a Terra tenha o privilégio de ser o centro do Universo. Como a lógica nos indica que o centro do Universo deveria ser o Big Bang, já que esse não ocorreu de maneira bem localizada, logo os cientistas afirmam que o Universo não tem centro.
Como a Ciência complica as coisas simples, que é o funcionamento do Universo!
Vocês ainda não viram nada sobre as complicações que a Ciência fez por não compreender o funcionamento da luz!
Quando alguém propõe uma nova teoria, ela só pode ser publicada por jornais especializados na área em questão. Assim, seguindo os trâmites normais, enviei o meu modelo de Universo para o jornal da Sociedade Brasileira de Física (SBF) para ser publicado. O editor do referido jornal passou o trabalho para um referee (juiz) avaliá-lo, a fim de saber se ele estava dentro das normas da Ciência, podendo ser publicado.Como precisei explicar detalhadamente as implicações geradas pelo meu modelo de Universo, meu artigo ficou extenso, o que tomaria muito tempo do referee para fazer uma análise minuciosa do assunto. E como, na primeira página do artigo, eu já mencionei que o Universo possui centro, o local do Big Bang, e que as velocidades dos fótons sofrem a influência das velocidades das galáxias, sendo que ainda tais argumentos se chocam com aquilo que já está estabelecido pela Ciência, então tudo isso deu motivo para que o referee não desperdiçasse o seu precioso tempo para estudar a fundo e compreender o conteúdo do trabalho, já que ele tinha certeza de que ele só encontraria absurdos como o que tinha acabado de ler na primeira página. Assim, sem pestanejar, ele já deu seu parecer:
“O trabalho do autor não pode ser publicado, pois todos já sabem que a luz não funciona como ele afirma e, além disso, o satélite Cobe está aí para provar que o Universo não tem centro”.
Assim, o referee deve ter ficado muito satisfeito por não ter que ler todas aquelas besteiras, que deveriam estar contidas no corpo do trabalho. Por isso, ele se esquivou de enfrentar “esse abacaxi” e pôde aproveitar o seu tempo em assuntos mais úteis.
O que ocorreu a esse referee é o que acontece com todos os físicos que se iniciam na leitura das teorias de Deduções Lógicas. Ao lerem que os fótons sofrem a influência das velocidades de suas fontes, eles chegam instintivamente à conclusão de que, se essa afirmação for verdadeira, a Relatividade estaria errada, o que não é possível devido aos vários testes realizados para comprová-la durante o último século. Por esse motivo, eles nem sequer querem ter o trabalho de ler além da primeira página, ficando sem saber das explicações lógicas sobre o funcionamento da luz, do Universo e da Relatividade.

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